segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Doces que faziam sucesso no passado,
















Balas crocantes de amendoim – Qüen Qüen  .
































Qual é o gosto da infância? Pode ser de chocolate, de bala, de refrigerante ou de chiclete. Criança que é criança gosta mesmo é de guloseima.

Mas, você conhece os doces que faziam sucesso no passado? Teste seus conhecimentos e relembre o Dip'n'Lik, a bala Juquinha, os Cigarrinhos de Chocolate   Pan , Doces  Neusa  e muitos outros.
Vejam o logotipo da Bela Vista   na carroça.
"Tomei o ônibus em direção à Avenida Paulista e, em plena Avenida Rebouças, não me contive, toquei a campainha e desci. Alguns pontos antes do Hospital das Clínicas, numa transversal, avistei uma caminhonete azul escura, escrito DOCES NEUSA. Desci na mesma hora com a determinação em fotografar o veículo. Quantas vezes eu vi esse carro pelas ruas do Cambuci, na minha infância, passando suavemente. Eu nunca consegui enxergar o rosto do motorista, mas o interesse era sempre o pedaço do céu que existiria ali dentro.

Doces de leite, em pedaços pequenos, pé-de-moleque, paçoca, dadinho. Só quem conheceu o doce Dadinho sabe o que é sabor de infância, de sonho. Eu não conheço a história desse docinho de amendoim, mas sempre achei o máximo ter, anexo ao nome, a homenagem ao IV Centenário de São Paulo. Eu me lembro que lá pelos meus 12 anos, quando morávamos na Rua Albuquerque Maranhão, um tio do interior nos visitou com a família e, quando o caminhão passou, ele, cheio de doçura na alma, comprou uma caixa fechada de Dadinho, contendo 50 docinhos... Para mim essa experiência foi conhecer a ante-sala do paraíso. Na minha alma infantil, essa experiência perdurou por muito tempo...".      Autor(a): Vera Moratta.

Doces  sabores  antigos  como  os  do   Doces  Neusa  .
Furgão     Chevrolet  "Boca de Sapo"


Ao fundo   Furgão   verde escuro   da Confiança .
Tradicional  furgão  dos  anos  30  e  40  para  distribuição de  pães e doces .


As fábricas não interferiam na distribuição. Os primeiro doces no Brasil eram vendidos em carroças .

   Bar  antigo ,  com  balcão  feito  em  marmore  ,  ao  fundo  o  balcão  expositor  de  doces  da Confiança   Bela Vista  ,Doces  Neusa ,  tambem  éra  usado para  expor  pães ,  os  balcões  formavam  um  "L"  ,  este  formato   ainda  é  muito  utilizado ,  o  balcão  expositor  de  doces  éra  de  madeira  envernizada com  vidros ,  um  expositor  geralmente  deixado  em  comodato  no  comercio .  


As mercadorias eram distribuídas de venda em venda, em caixotes de madeira, e iam direto para os potes de vidro. A Confiança e a Bela Vista talvez tenham sido as pioneiras nesta área. Por volta de 1940, as empresas começaram a montar uma frota de veículos motorizados. A Pan utilizava furgões que tinham forma de um foguete (carros da marca Adler, fabricados pela Auto Union, de origem alemã).

A Bela Vista foi fundada em Janeiro de 1915, localizada na rua Major Diogo, no Bairro da Bela Vista, o que deu origem ao nome da empresa.

Os primeiros produtos fabricados foram: doces caseiros, rapadura do norte e pão de mel, todos preparados de forma artesanal.

Em 1938, Joaquim Maria de Almeida e Silva adquiriu o controle da empresa, impulsionando o seu crescimento.

Já em 1940 a empresa deu o seu primeiro grande passo trocando suas instalações de 700m² no Bairro da Bela Vista por 14.000m² no bairro do Canindé, onde está até hoje.

Trocou também, a fabricação artesanal pela produção em escala industrial, mantendo porém, o mesmo padrão de qualidade em todos os produtos.


Conversando  com  o  Sr.  fucaleo   resolvemos  tentar  resgatar  a  memoria  destas   famílias  que  trabalharam  na  distribuição  de  doces  ,  caso  os  Senhores  tenham  laços  com  estas  pessoas  ,  fotos  ou  queiram  contar  suas  historias   ,  enviem  ,   que  faremos  uma  pagina  para  honrar  a  memoria  destas  pessoas ,  trabalhadores  sim  ,  que  sacrificaram   em  muitos  casos  suas  vidas  neste  arduo  trabalho.

Imagens  do   acervo  familiar  do  Sr.  fucaleo  ,  de  tradicional   família  de  Distribuidores  de  doces  .  Nesta  foto  aparece    ele  e  o  Senhor  seu  pai.

Imagens  do   acervo  familiar  do  Sr.  fucaleo  .

Imagens  do   acervo  familiar  do  Sr.  fucaleo  .

Imagens  do   acervo  familiar  do  Sr.  fucaleo  .

Imagens  do   acervo  familiar  do  Sr.  fucaleo  .


A Bela Vista, a partir de 1946, estimulou os vendedores autônomos a comprarem seus próprios caminhões. "A frota de Chevrolets modelo "tigre", na cor verde, com o logotipo da Bela Vista estampados nas laterais, integra a memória da população de São Paulo que viveu nas décadas de 40, 50 e 60." (depoimento do presidente da Bela Vista, Cid Maraia de Almeida).

Durante a 2º Guerra Mundial, e mesmo algum tempo depois, a gasolina teve que ser racionada. Utilisavam-se então, carros adaptados à tração animal. "Na época mantínhamos uma pequena frota de furgões modelos Chevrolet e Ford, mas utilizávamos pouco em virtude do racionamento" (depoimento de Fernando Gonçalves Féria, sócio-presidente da Confiança). Um pouco depois da Guerra, a situação do combustível voltou ao normal. A distribuição alcançava, cada vez mais, lugares distantes, ampliando com isso o mercado consumidor.

Em 1883, um confeiteiro de origem italiana, Emigdio Falchi, abriu em São Paulo uma pequena fábrica de bombons, doces e balas, que prosperou rapidamente. Apesar de ter mudado de nome várias vezes no decorrer de sua história, a empresa ficou conhecida como "Casa Falchi Indústria e Comércio". Acredita-se que esta tenha sido a pioneira, ou uma das primeiras fábricas do ramo no país.

Foi no começo do século que o negócio de confeitos efetivamente prosperou. Foram fundados vários empreendimentos no setor: Indústria de Chocolate Lacta (1912), Bela Vista (1915), Indústria de Produtos Alimentícios Confiança (1934), Pan Produtos Alimentícios (1935), além de várias outras como a Dizzioli, Gardano, Neuza, Saccomani, etc, cujas datas de inauguração não se sabe ao certo.
É possível que o negócio tenha começado de duas maneiras: 1) Através da importação de confeitos da Europa os comerciantes se capitalizaram e perceberam que podiam produzir os confeitos aqui mesmo (caso da Lacta). 2) Os artesãos iniciaram a diversificação de seus produtos. Antes eram produzidos e vendidos apenas o conhecido "ABC" (doce de abóbora, batata, cidra e côco).

A feitura de balas passou a ser mais organizada, com a montagem de linhas de produção. "Misturava-se água com açúcar em tachos colocados em fogo direto até tirar o ponto. Após, esparramava-se essa massa em mesas de mármore para esfriar e, em seguida, adicionava-se essência." (depoimento de Cid Maraia de Almeida, presidente da Bela Vista).

Não demorou muito e os primeiros equipamentos foram introduzidos na produção. Não se sabe ao certo qual foi a primeira bala industrial. É possível que tenha sido a "bala mole", feita de "fondant" - batido em uma máquina - puxada de um ponto fraco, "Era muito simples, feita a base de água, açúcar, essência e corante, sem utilização de glicose. O corante determinava o tipo: se contivesse corante cor de rosa era sabor laranja, verde era abacaxi, branco era limão, e assim por diante. Elas eram embrulhadas em papel pergaminho e fechadas no formato de "bico" (depoimento de Oswaldo Falcheiro, presidente da Pan).

Outra hipótese é que a primeira bala de máquina no Brasil tenha sido bala "cebolinha" ou "bolinha", produzida pela piroleira, máquina feita de carretéis onde as balas são prensadas em tambores rotativos, adquirindo um formato semi oval.
Inicialmente as balas não tinham nomes próprios. Com o aumento da produção e diversificação das linhas, os confeitos começaram a ser nomeados. Até então, eles eram chamados pelo nome das empresas que os produziam: "balas da Pan", "balas da Bela Vista", etc.

A realização das primeiras "promoções" ajudou na criação "informal" de nomes, e na constatação de que eles eram importantes na venda e reconhecimento dos produtos. O Saccomani, por exemplo, teve a idéia de acondicionar as balas quadradinhas em papéis com números. As pessoas colecionavam esses números e concorriam a prêmios. Estava iniciada a era das "balas de coleções". Os premiados ganhavam acessórios e bolas de futebol. As balas passaram então a ser chamadas de "balas de futebol".

A Pan é um outro exemplo. Lançou uma promoção que consistia na distribuição de álbuns de figurinhas nas vendas das balas. Todos os produtos da Pan traziam envelopes de figurinhas. Os álbuns completos davam direito a prêmios. "As balas 'concurso' foram um sucesso. As crianças ficavam aguardando os furgões da Pan nas esquinas das ruas para comprar as balas antes que acabassem." (depoimento do presidente da Pan, Oswaldo Falcheco).

As balas mais famosas conhecidas pelo nome foram: a "Torino" da Gardano, "Piper" e "Toffe" da Falchi e a "Paulistinha" da Pan. (Presume-se que o nome "Paulistinha" tenha sido dado em homenagem à Revolução Constitucionalista de 1932). Apesar das promoções, a divulgação era feita principalmente boca a boca. "O produto era o maior divulgador de si mesmo" (depoimento do presidente da Pan, Oswaldo Falcheiro). Além disso, eram produzidos folhetos, cartazes e propaganda para rádios.
Por volta da década de 40 a produção entrou numa nova fase. Começavam a chegar no Brasil máquinas mais avançadas vindas da Inglaterra, Alemanha, Itália, EUA e França. Esses novos equipamentos passaram a ser utilizados em todo o processo produtivo, desde o cozimento das matérias-primas, até o acabamento final. Também em relação às matérias-primas, os fabricantes brasileiros começaram a ter acesso a novos produtos como a glicose (através da empresa "Refinações de Milho Brasil" hoje "Corn Products"), aromas, essências e corantes.

O maquinário era trazido por técnicos que organizavam e ajudavam a planejar a produção. Eles tinham conhecimentos importantes que não existiam aqui, e que foram fundamentais para a consolidação do setor de confeitos no país.
Com a mecanização, as fábricas precisaram ser ampliadas e a produção aumentou consideravelmente. Novos tipos de confeitos foram criados. O avanço tecnológico abriu novas possibilidades. As pequenas fábricas tornaram-se grandes empresas.
A indústria brasileira de balas tem se desenvolvido continuamente, alcançando, além de um padrão internacional de qualidade, graças à importação de equipamentos de elevada tecnologia, a segunda posição no ranking mundial de produção, superando tradicionais países produtores de "candies" em geral.

Este desempenho tecnológico permitiu ampliar a produção brasileira, bem como exportar os seus produtos para mais de 100 países, competindo lado a lado com tradicionais produtores mundiais do setor. O consumo per capita que no início dos anos 90 era de 1,7 Kg/ano, cresceu muito nos últimos anos, alcançando pouco mais de 3 Kg/ano. Esse crescimento é decorrente particularmente da maior variedade de produtos nacionais, da abertura para produtos importados e do maior poder aquisitivo da população, obtido nos planos econômicos do Governo. O consumo per capita também varia por região do país, indicando possibilidades de crescimento.

A versão moderna da bala não descartou as suas matérias primas básicas - açúcar e xarope de glucose - porém ganhou novas formas e configurações atualizadas, "produtos gelados" ou "diet", sem descaracterizar a natureza doce e saborosa do produto.

A evolução industrial do setor brasileiro de balas permitiu ganhos de escala, a sofisticação de produtos direcionado por categorias e por hábitos de consumo, conseguindo conquistar nichos de mercado no comércio exterior. No Brasil existe um pico de vendas nos meses de Setembro/Outubro, em função do Dia das Crianças e também do Dia de São Cosme e Damião.

Os primeiros chiclés comercializados no Brasil eram importados. O mais vendido, mesmo antes da 2º Guerra Mundial , era o chicle "Adams". Ele ficou tão famoso que seu principal produto, o "Chiclets", acabou emprestando o seu nome para este gênero de confeitos no país. Ele era vendido em uma caixinha de papel com duas unidades cada. Não fazia bola pois era do tipo "candy-coated". Até hoje ele é comercializado no Brasil e no Mundo.

Tem-se conhecimento que, neste período, outros chicles tenham sido importados dos EUA (país onde foi inventado esse produto), como por exemplo, um dos primeiros chicles de "bola", o "Bazooka", que ficou famoso durante a Guerra popularizado pelas tropas americanas.

O chicle "Adams" foi importado pela Gardano até 1944. Neste ano a importação e comercialização passou a ser feita pela Lacta, que mantinha um esquema de distribuição muito mais abrangente. Em 1947 a empresa se estabeleceu no país. No início funcionou como um escritório de administração, estratégia de vendas e marketing. No começo da década de 50, ela passou a produzir no Brasil, numa fábrica localizada na avenida do Estado, no bairro do Cambuci, em São Paulo, onde se encontra até hoje.
Anúncio  de 1955, e mostra o   Eskibon, lançado em 1942.   da caixinha, copinho, lata e tijolo. Além do já-já (côco), ton-bon (limão) e ka-lú (abacaxi).


Neste período, a Kibon iniciou a produção do primeiro chicle de "bola" nacional, o "Ping Pong", até hoje o maior sucesso de vendas do gênero.A história da KIBON começou nos anos 30 na cidade de chinesa de Xangai tendo sua origem em uma empresa criada por um empreendedor americano, Ulysses Harkson. Saboroso desde o início, o negócio acabou por se tornar lucrativo já nos anos 40, mas com a ameaça da Segunda Guerra Mundial, e conseqüentemente a tensão entre Japão e China, foi inevitável a transferência da filial para fora da área de conflito.

Que sorte a do Brasil, que acolheu a nova empresa na cidade do Rio de Janeiro em 1941, fundada por John Kent Lutey, que trabalhava para a fábrica de sorvetes na China, com o nome de U.S. Harkson do Brasil. Antigas instalações alugadas da falida fábrica de sorvetes Gato Preto, aos pés do Morro da Mangueira, foram reformadas para abrigar as atividades da empresa, que colocou os primeiros 50 carrinhos de sorvete, já nas cores amarela e azul, nas ruas e praias da “Cidada Maravilhosa” no ano de 1942.

Mesmo nesta época de guerra as dificuldades foram superadas e a empresa adotou uma denominação “fantasia” para identificar seus produtos - SORVEX KIBON. A palavra “sorvex” foi adicionada ao nome como forma de impressionar o consumidor, dando um ar futurista à sobremesa.

Ainda neste ano, no verão, iniciou-se a produção de dois sorvetes que seriam os campeões de venda da marca, atravessando décadas até os dias de hoje: Eskibon (um protótipo que contrariava todos os modelos até então conhecidos de sorvete: não era picolé, pois não tinha palito; e também não era servido em taças ou casquinhas. A camada de chocolate que o envolvia obrigava o respeitável público a mordê-lo para chegar ao “recheio”, o sorvete propriamente dito) e o picolé Chicabon, na época, ambos escritos com hífen.


 Ainda na década de 50, a Q-Refres-ko, empresa que se desmembrou da Kibon para produzir somente balas, chicles e confeitos, lançou a bala "Soft", que trouxe uma nova tecnologia para a confecção de balas (do produto à embalagem), alcançando todo o território nacional e ampliando o negócio de "candies" para o "big business".

"A bala e o chicle sempre tiveram um valor de venda muito baixo, sendo um produto acessível para todas as faixas de consumo. Eles sempre estiveram relacionados a unidade de troco, regendo os produtos de menor valor no mercado." (depoimento do presidente da Bela Vista).









Os primeiros funcionários eram, em sua maioria, imigrantes espanhóis e moradores da redondeza. Os salários eram baixos e não havia encargo social. Pagava-se somente férias. Muitas vezes, algumas famílias iam buscar balas para embrulharem em suas casas, recebendo por quantidade embrulhada.




Dadinho é o nome de uma marca tradicional do doce feito de amendoim, antigamente era fabricado pela empresa Dizioli. Hoje em dia é fabricado pela empresa Atual Comércio e Indústria Ltda - EPP. É produzido em forma de dado, daí a origem de seu nome. Sua embalagem é metalizada.


 História
Se vocês lerem o papel do Dadinho, vão encontrar o recado "IV Centenário". Pois é... o Dadinhoi é velho, mas nunca viu a cara dos índios,  porque ele não tem 400 anos!!!! O guloseima foi lançada para comemorar o 4o centenário da cidade de São Paulo, em 1954, e levou esse nome - IV Centenário. Acontece que o nome não pegou. Na verdade, logo a guloseima era chamada de Dadinho e assim ficou até hoje. A Dizioli, por exemplo, só tem 77 anos.




Refrigerante fabricado pela The Grapette Company. Criado na década de 40, por Benjamin Tyndle Fooks, em Camden, Arkansas, experiente na mistura de aromas e conhecedor da ausência de refrigerantes à base de uva. No Brasil, apareceu em 1948, através da franqueada Companhia de Indústrias Guanabara, no Rio de Janeiro. Vendida em garrafas dita "cintura fina", tinha como slogan "com ou sem sede". Na década de 70, ficou famoso nas rádios do Brasil com o jingle "quem bebe Grapette, repete.

 

Fábrica da Lacta
Morar na Rua José Antônio Coelho  , Vila Mariana, no início do século XX era o sonho de muitos apaixonados por chocolate.

A primeira fábrica da Lacta foi inaugurada ali no dia 21 de janeiro de 1912  , a Lacta perfumou as vizinhanças do Paraíso até que o galpão da rua José Antônio Coelho pegou fogo, em 1925.








Bis é um bombom de chocolate brasileiro da Lacta. Tem o formato retangular e é pequeno. Sua embalagem tradicional traz vinte unidades. Embora tradicionalmente o sabor seja chocolate preto, há, atualmente, outras opções de sabor, como chocolate branco (chamado de Laka), laranja, morango e avelã. Recentemente, foi lançado o sabor limão. Foi lançado no Brasil em 1942.
A história da tradicional Lacta começou em 1912 com a fundação em São Paulo da Société Anonyme de Chocolats Suisses.


Fabricante brasileiro de chocolates, conhecido por produtos de sucesso que atravessam gerações, como, por exemplo, o Bis, Sonho de valsa, Amandita, Diamante Negro, Laka, lancy dentre outros chocolates.

Diamante Negro é uma marca pertencente à Lacta, 


 O primeiro chocolate com crocante, da LACTA, foi lançado em 1938 e batizado simplesmente de Chocolate Lacta. Era ano da Copa do Mundo, e Leônidas da Silva, famoso jogador da Seleção Brasileira, pertencente ao São Paulo Futebol Clube, foi apelidado pela imprensa paulista de Diamante Negro por seu excelente desempenho. Inspirando-se neste episódio, a LACTA colocou o nome de Diamante Negro no recém lançado chocolate em 1940. Porém, para diferenciá-lo do jogador, adotou o símbolo do diamante estilizado em sua embalagem.


A Lacta pagou a Leônidas da silva três mil dolares pelo uso da marca que continua sendo usada até a atualidade, sendo uma das mais tradicionais do portfólio da Kraft.




Sonho de Valsa foi criado pela Lacta em 1938, quando era vendido em bombonieres. O público da época era composto especialmente por mulheres. Quatro anos depois, para conquistar também o público masculino, a Lacta aumentou o tamanho do chocolate e passou a vendê-lo em embalagens individuais.


A embalagem é um clássico. Sofreu poucas alterações em décadas. Traz hoje um papel cor de rosa, com a ilustração de um casal dançando e, nas laterais, a escala musical de uma valsa de Johann Strauss Jr. Porém, até o início da produção de papel celofane no Brasil, Sonho de Valsa era embrulhado em papel de cor vermelha e recoberto por celofane transparente. Um selo preto com o nome do produto e com o desenho de um violão completavam a primeira embalagem do bombom.


Em 2001, alguns detalhes foram alterados na embalagem de Sonho de Valsa: o formato das letras, os instrumentos e as roupas do casal sofreram leves modificações.


Na década de 1990, Sonho de Valsa deixou de ser apenas um bombom para tornar-se uma marca de produtos. Percebendo o grande apelo do produto entre os consumidores, foram criados diversos sabores e formatos diferentes. Atualmente é comercializado em várias embalagens, dentre elas o pacote com cinco bombons (105g), o pacote de um quilo, as latas colecionáveis, as embalagens em formato de coração e mini bombons em embalagens presenteáveis.


Em abril de 2011, a embalagem do bombom teve sua maior mudança até então. A Kraft, após dois anos de desenvolvimento, lançou uma embalagem com um lacre, em adição às laterais enroladas. O objetivo da nova embalagem é manter o chocolate crocante por mais tempo, principalmente em regiões de clima mais quente, e utiliza uma tecnologia semelhante às embalagens dos ovos de Páscoa. As cores e desenhos da embalagem, entretanto, permaneceram inalteradas.



 A Lacta  foi de propriedade do ex-governador do estado de São Paulo Adhemar de Barros. Após sua morte, a gestão da empresa passou a ser feita por seu filho, o também político Adhemar de Barros Filho.


Em 1996, após brigas entre a família, a empresa foi vendida à Kraft Foods.



                           `` Dulcora a delícia que o paladar adora´´

                   Foi o primeiro drops a ser embrulhado individualmente.

Dulcora era uma fábrica brasileira de balas, drops e confeitos, localizada no estado de São Paulo, conhecida pelos famosos Drops Dulcora, produto que fazia sucesso nas décadas de 1960 e 1970.









O Guaraná Antarctica foi lançado no mercado brasileiro em 1921, como Guaraná Champagne Antarctica. Além do sabor único, ser um refrigerante natural sempre foi uma de suas principais características. Desde a criação do refrigerante, a Antarctica já comprava o fruto do guaraná diretamente de fornecedores da região de Maués (AM) para produzir o extrato em sua unidade em São Paulo. Com o sucesso do produto e o aumento do consumo, a Antarctica detectou, no final da década de 1940, a necessidade de estabelecer uma filial da companhia na região, para facilitar o comércio do fruto, realizado diretamente em Maués. Porém, o extrato do guaraná continuou sendo produzido em São Paulo até 1962, quando entrou em atividade uma unidade industrial para extração do fruto na cidade de Maués.

Mas foi no início da década de 70, com a preocupação de garantir a qualidade da matéria-prima, que a Antarctica passou a produzir parte dos frutos para produção do Guaraná Antarctica. O início do plantio, em 1971, na Fazenda Santa Helena, permitiu à empresa aprofundar os estudos sobre a cultura do guaraná e repassar a tecnologia e os conhecimentos desenvolvidos no local para os demais fornecedores. Assim, a Antarctica garantiria a melhor qualidade e preços menores das sementes compradas de terceiros.

Atualmente, ocupa o posto de segunda marca de refrigerantes mais vendida no Brasil, é líder absoluto em seu segmento e está entre as 15 marcas mais vendidas no mundo.


Salsicha tipo Viena   de tripa de carneiro da Eder.


O comercial dos porquinhos conversando: "O que você vai ser quando crescer ? Salsicha, ué. Mas só do Frigor Eder !"


Salsichas  Santo Amaro  eram  muito  vendidas em  feiras  livres  nas  vilas  e  bairros   de  São  Paulo ,  deliciosas  , me  recordo quando  retornava  das  compras  com  minha  avó ,  fazia  questão  de  trazer  o  pacote  de  salsichas ,  comia  muiiiiiiito  no  caminho ,  eram  deliciosas .

A história do Frigo Eder S/A - Frigorífico Santo Amaro teve início no ano de 1923, quando os imigrantes alemães Alexandre Eder e Max Satzke fundaram o primeiro frigorífico especializado em embutidos no Estado de São Paulo, no então Município de Santo Amaro, onde desde suas origens sediou-se a empresa Alexandre Eder e Cia.

Naquele primeiro quarto de século, a região começava a atrair um grande número de imigrantes Europeus, principalmente Germânicos. Foram estes Europeus os primeiros consumidores das salsichas, presuntos, frios e linguiças produzidas pela Eder e Cia com a mesma técnica e padrão de qualidade dos similares Europeus. Mas rapidamente estes produtos, desconhecidos nas mesas dos Brasileiros, conquistaram outros segmentos da população.

Para atender a crescente demanda de frios e outros produtos fabricados pela empresa, Alexandre Eder e seu sócio, sempre atentos ao binômio padrão de qualidade/diversificação de produtos, continuam a investir na expansão do frigorífico. E, em 1936, já contam com cerca de setenta funcionários e uma empresa consolidada.

Em 1960, quando assume a segunda geração de proprietários, foi construído o abatedouro na fazenda da empresa em Itapecerica da Serra, e o rebanho próprio é ampliado.

Já nos anos 80 começa a construção de uma nova fábrica.
Em 1998, o frigorífico Eder Santo Amaro passa a administração e controle de novos proprietários. O frigorífico Pesarese, desde 1959 produzindo frios e embutidos, adquire a marca e "Know-How" de fabricação.

A aceitação é total, já que a fábrica trabalha com equipamentos e máquinas de última geração, mais de 200 funcionários, nutricionistas, técnicos e inspeção federal permanente. No começo a produção teve a assessoria de João Eder e logo após, o diretor industrial Adriano Olmeda, fez um curso e trabalhou em uma das mais importantes fábricas de frios e embutidos da Bavária (Alemanha), com 100 anos existência.




 Criado por Celeste Milani, patriarca da família Milani, junto com um químico alemão, o xarope de groselha nasceu a partir de testes focados em uma bebida que agradasse o paladar brasileiro.

A groselha Milani agradou tanto que, em pouco tempo, a fábrica foi aberta na Mooca, em São Paulo. Completando 50 anos no último dia 26 de setembro, a bebida que incorporou ao rótulo em 1965  carinhas satisfeitas, ficou popular rapidamente.



Groselha Vitaminada Milani.
Iahu!
É uma delícia

Iahu!
No leite

Iahu!

No refresco e no lanche

Iahu!
Prá tomar a toda hora,
na sua casa, na festinha, na merenda

Iahu!
Tudo fica uma delícia
guarde o nome não se engane
Groselha Vitaminada Milani
Iahu!
Também no sabor morango e framboesa
Iahu!



FRITEX  ,  salgadinhos  ,  batatas  fritas  etc  ,    éra  uma  marca  pertencente   a  FRITEX INDUSTRIA ALIMENTICIA LISBOENSE LTDA  ,  vendiam  muito em  escolas  ,  supermercados  e  pequenos  comercios ,  suas  vendas eram efetuadas por  vendedores de  pronta entrega  autonomos ,  não  vou  colocar  foto  de  seus  produtos pois  não  gosto  desta  empresa , meu  falecido  amigo  BENE ,  foi  vendedor  deles  por  decadas ,  quando  com  cancer na  garganta ,  sem  a lingua que  fora  amputada ,  foi  abandonado  pela  empresa ,  fui  visita-lo  dias  antes de sua  morte  ,  ao  ve-lo  naquele estado uma profunda melancolia tomou  conta de mim ,  quando ia desmaiar  ele encontrou  forças para me  amparar .  que  Deus o  tenha em paz .


VOCÊ SE LEMBRA ?

ALIMENTOS 
001. Chupava Gotas de Pinho Alabarda? 
E Drops Dulcora? Chucola? 
002. Comia Dadinhos da Diziolli? 
003. E Pingo de Leite? 
004. Comia machadinha na porta da escola? 
005. Você lembra que o mascotinho do Toddy era um índio? 
006. Você colecionava os bonequinhos que vinham dentro do vidro de Toddy? 
007. O leite que sua mãe comprava vinha em garrafa de vidro com tampinha de alumínio? Esse cara não conheceu a vaca-leiteira sobre rodas... 
008. Você comia Amendocrem? 
009. E geléia de mocotó Colombo? 
010. Você tomou Kresto? 
011. Sua primeira bebida alcoólica foi Cuba Libre? 
012. Sua Cuba Libre era feita com Ron Merino? 
013. Você tomava Caracu com ovo? 
014. Você tomou sorvete Ki-Show? 
015. E Eskibon? 
016. E que tal Chicabon? 
017. Você tomava Cerejinha? Gingerale? 
018. Grapette? 
019. Guaraná caçulinha?
020. Tubaína? 
021. E refrigerante tamanho família?
022. De quem era o slogan: "Tem gosto de festa"? 
023. E o que queremos na "hora do lanche, que hora tão feliz"? 
024. Você tomou Groselha Vitaminada Milani? (Iahoo!) 
025. Você comeu chocolates Sönksen? 
026. Comia gelatina arco-íris? (aquela que tem quadradinhos de todas as cores?) 
027. Comeu muito espetinho de salsicha, picles e queijo, espetado no melão nas festas? 
028. Comeu bolo Marta Rocha? Faz idéia quem foi ela? 
029. Comprou "bengala" na padaria? 
030. Lembra das bolachas Aimoré?
E da Piraquê? 
031. Sabe o que é uma "televisão de cachorro"? 
032. Comprava frango (vivo) na granja?

REMÉDIOS E PERFUMARIA

034. Você já tomou Cibalena? 
035. Tomou Emulsão de Scott ou Biotônico Fontoura quando criança? 
036. Você cuidou de suas espinhas adolescentes com pomada Minâncora? 
037. Sua mãe usava violeta genciana para cuidar de seus machucados? Ou Mercurocromo? Mertiolate vermelho? Iodo? 
038. Lembra do slogan do Gumex? 
039. Sua mãe passou Nenê-Dent em você? 
040. Você usou fralda de pano e calça plástica? 
041. Seu pai usava aparelho de Gilette com lâminas substituíveis? E emplasto poroso Sabiá?? 
042. Você sabe o que é Rhum Creosotado? E Pronto Alívio Radway? 
043. Você conheceu o Óleo Glostora? 
044. Sua mãe usava Creme Rugol? 
045. Sua mãe usava Creme de Alface Brilhante? 
046. Você sabe o que é Regulador Xavier? 
047. Você usou sabonete Eucalol? 
048. Ou você preferia o Lifebuoy? 
049. Você usou papel higiênico Tico-Tico? 
050. Você usou Gumex? 
051. Você usou Bylcream? 
052. Sua mãe tinha secador de cabelos com touca? 
053. Você sabe o que era Diptidu? 
054. Gomalina lhe diz alguma coisa? 
055. Besuntaram-lhe de Caladryl depois de muito sol na praia?

JOGOS E BRINCADEIRAS

056. Você jogava bilboquê? 
057. E bolinha de gude? 
058. Rodava pião? E ioiô? 
059. Roubava (furtava) borrifador de limpador de pára-brisa de Fusca prá fazer anel brucutu? 
060. E chumbinho da roda de carro? (pra fazer o quê, hein?) 
061. Usava tampinha de guaraná para fazer distintivo de polícia? 
062. Soltava bombinha de quinhentos em época de festa junina? E iriba? 
063. Teve um MUG? 
064. Andou de carrinho de rolimã? 
065. Consertava o pneu da sua bicicleta com michelin? da Caloi Dobramatic? 
066. Brincou de pula-sela ou carniça? 
067. E de queimada? 
068. Bate-bate? (primo mais novo do bilboquê) 
069. E, o mais importante, bambolê? 
070. Brincou com saquinhos de arroz? 
071. Teve uma boneca Susy? E uma beijoca?
 072. Teve avião de isopor e pára-quedas com soldadinho de plástico para empinar na praia? 
073. Pulou "amarelinha" na rua?

TELEVISÃO, CINEMA, MÚSICA E REVISTAS

074. Lembra quando o Ronnie Von jogava a franja de lado cantando "Meu Bem"?
075. Lembra quem cantava "Pare de tomar a pílula"? E quem pedia ao "Senhor Juiz: Pare agora!"? 
076. Assistia "Perdidos no Espaço" aos domingos? "Túnel do Tempo"? "Terra de Gigantes"? 
077. Sabia de cor a música de Bat Masterson? 
078. Divertia-se com os SOC, POW, CRASH do Batman e Robin? 
079. Sabe quem foi Phantomas? 
080. Sabe quem foi Teddy Boy Marino? 
081. É fã do Jô Soares desde a Família Trapo? 
082. Assistiu Direito de Nascer na TV Tupi? E na rádio Tupi? 
083. Assistiu qualquer programa da TV Tupi? 
084. E da TV Excelsior? 
085. Assistia Repórter Esso? 
086. Assistiu à Copa do Mundo de 1970 em preto e branco ou colorido? 
087. Lembra da escalação da seleção? 
088. Assistia Toppo Giggio? 
089. Lembra do anúncio das Casas Pernambucanas? 
090. Lembra da Dorinha Durval no Sítio do Pica-pau Amarelo? 
091. Assistia Vila Sésamo? 
092. Assistia Almoço com as Estrelas do Aírton e Lolita Rodrigues? 
093. Sabe quem foi Corey Baker? 
094. Sabe quem foi Jonhnny Weismuller? 
095. Lembra o nome da moça que saía de dentro de uma banana no Planeta dos Homens? (E o programa Time Square, assistiu? 
096. Assistiu Balança Mas Não Cai? 
097. Assistiu Vigilante Rodoviário? 
098. Sabe quem foi Dr. Bellows? E o Mr. Ed? 
099. Assistiu filmes do Mazzaroppi nas matinês de sábado? 
100. Ouvia Rita Pavone? 
101. Assistiu Independência ou Morte no cinema? E Horizonte Perdido? 
102. Cantava "eu era neném, não tinha talco, mamãe passou açúcar em mim", do Wilson Simonal? 
103. Dançou If, do Bread, colado? 
104. Lembra do Amigo da Onça, na revista Cruzeiro? 
105. Lia Diversões Escolares? 
106. Lembra do quadrinho "Um Saturnino descobre a Terra"? 
107. Lembra o que o Saturnino adorava beber? 
108. Lembra do cumprimento entre o Arrelia e o Pimentinha? 
109. Lembra quando o Michael Jackson era apenas o caçula dos "Jackson Five"? 
110. Assistiu o desenho dos "Jackson Five", no programa dos "Banana Split"? 
111. Assistia Pullman Júnior? 
112. Assistia Sessão Zig-Zag? 
113. Lembra o que era um compacto simples e um compacto duplo? 
114. Leu a revista Realidade? 
115. Lembra da sessão zaz-traz? Pim, pam, pum, Estrela.
116. Revista Recreio 
117. Tela colorida cobrindo a tela da tv? (ficava tudo de uma só cor ou com 3 lindíssimas" listras: "maravilha", verde, amarelo...ou azul...) 
118. Lembra quem "era Flamengo e tinha uma nega chamada Tereza"? De onde vem "Patropi"? 
119. E do Nacional Kid? e dos Ultra-seven, Ultraman e Cia bela? 
120. Lembra de Don e Ravel? 
121. Sua avó também assistia o Chacrinha? (A "Buzina do Chacrinha" ou a "Discoteca"?) 
122. Assistiu alguma luta do Éder Jofre? 
123. Sabe quem era Ternurinha? E Tremendão? 
124. Assistiu "Boa noite, Cinderela"?

VESTUÁRIO E ACESSÓRIOS

125. Você tinha um Ked's? 
126. Usou calça boca-de-sino? E miniblusa? 
127. Cortava calça jeans para fazer bermuda com barra desfiada? 
128. Usou calça cocota? (ou era Saint-Tropez?) E camisa Ana Ruga? 
129. Sua mãe usava peruca? 
130. Ia para a escola de Vulcabrás 752 (se você é homem) ou de sapato boneca (se você é mulher)? 
131. Usava bolsa feita de calça jeans? 
132. Usava capanga? Cacharrel?? 
133. Seu pai usava camisas Volta ao Mundo? 
134. Lembra do anúncio do Tergal? 
135. Usou poncho de lã (feito de cobertor)? 
136. Usava camisa com distintivo da sua escola no bolso? 
137. Sua mãe usava bobbies? 
138. Usava japona? 
139. E galocha? 
140. Tinha boné com cobertura de orelha? 
141. Lembra do ki-chute? 
142. Só podia entrar de tênis (branco ou preto!) na escola? 
143. Colocou esparadrapo nas listas coloridas do tênis branco para poder entrar? 
144. Alguém falou em Conga? 
145. E camiseta Hang-Ten? 
146. Tinha vestido, colete, bolsa, touca ou tanga de crochê? E gravata? 
147. Usou meia 3/4 e mini-saia dois dedos acima do joelho? 
148. Enrolou a mini-saia para "dois palmos acima do joelho" depois de passar pela "tia"? (inspetora de alunos)?
149 - Tirava o esmalte do dedão para mostrar que não estava de unhas pintadas pra inspetora?

USOS E COSTUMES

150. As festas na sua época chamavam-se Brincadeira Dançante? E tinham luz estroboscópicas?? 
151. Você usava gasolina azul no seu carro? E saia por aí na maior "vula"? 
152. Quando você estudava os graus eram: primário, admissão, ginásio e científico (ou clássico?)? 
153. Você chamava anúncio de reclame? 
154. Sua mãe fazia touca no cabelo? 
155. Você chama revista em quadrinhos de gibi? 
156. Você foi alfabetizado com a cartilha Caminho Suave ou Sonho de Talita? 
157. Estudou Matemática Moderna? 
158. Sua mãe usava coque no cabelo? 
159. Sabe o que é boco-moco? 
160. E um tele-vizinho? 
161. Sabe o que é prafrentex? 
162. Seus amigos eram "Uma brasa, mora"? Eram "papo firme"?"Barra Limpa"? 
163. Já comeu uma coisa "daqui ó"? E o que você pegava quando falava isso? 
164. Sua mãe tinha caderneta no armazém? 165. Você usou bomba de Flit? 
166. Sua mãe usava anil (Colman) na lavagem das roupas?
167. Fazia fila na porta do supermercado e quando a porta abria entrava no estouro da boiada pra comprar leite? 
168. Teve cortina ou sacola feita de tiras de saco de leite?
169. Queimava espirais pra espantar mosquito? 
170. Ia na Expo-Ex? E no Salão da Criança? 
171. Visitou a Kibon pela 
172. Tinha mesa de fórmica e cadeira forrada de plástico na cozinha? 
173. Tinha uma dorminhoca na sua cama pra guardar a camisola? 
174. Teve discos coloridos, tipo rosa choque? 
175. Pros homens: brigou com os pais pra usar cabelo comprido? 
176. Sua mãe tinha uma penteadeira no quarto dela?

TRANSPORTE

177. Você sabe o que era bonde camarão? 
178. Você andou de Simca Chambord? 
179. Você andou de Vemaguete? 
180. Já viu uma Romi-iseta? E um Gordini? Um Daulphini, talvez? 
181. Sonhou em ter um Maverick? E um kharman-guia? 
182. Quem sabe um confortável Aero Willis? E, claro, uma Rural! 
183. Teve um toca-fitas TKR cara preta no seu carro? 
184. Lembra-se do taxímetro Capelinha? 
185. Teve um carro com tala-larga e rodas de magnésio? Vidro Bolha?? 
186. O câmbio do carro tinha bolinha de plástico com siri dentro? 
187. E caveirinha pendurada no espelho retrovisor? 
188. Lembra da inauguração do metrô? 
189. Pegava ônibus na estação da Luz pra viajar?
190. Lembra quando a Praia Grande era o máximo da sofisticação?

DIVERSOS

191. Sua mãe usava Cera Parquetina? 
192. E Cera Colmeína? 1
193. Você lembra do sabão em pó Rinso? 
194. E do Viva?
195. Sua mãe corava roupa no quintal? 
196. Você engraxava sapato com graxa Nugett ou Odd? Latinha com borboleta para abrir? (E punha a lata no fogo para derreter a graxa quando ela ficava quebradiça?) 
197. Lembra da TV com seletor de canais? E transformador?? 
198. Sabe o que é um rádio capelinha? 
199. Lembra do Jeca-Tatu? 
200. Sabe o que é um rádio de galena? 
201. Lembra do Theobaldo? 
202. Fez curso de datilografia? 
203. Usava Desenhocop na escola? Régua geométrica?? 
204. De quem é o slogan: "A turma lá de casa é do manda brasa"?
205. Você tinha um broche em forma de vassourinha da campanha presidencial do Jânio Quadros? (Ou de espada do Marechal Lott?) 
206. Teve uma vitrola? Ou uma rádio-vitrola?? 
207. Esperou uma hora (ou mais) para "completarem" a ligação interurbana?
208. O que acontecia quando "Seu Cabral ia navegando"?
209. E o que a gente fazia "Depois de um sonho bom"? 
210. O que você não devia esperar quando "Já é hora de dormir"? 
211. Usou no seu carro um adesivo "Brasil: ame-o ou deixe-o"?

Bane gt - Sharp Dressed Man

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

PM santo José Barbosa de Andrade .




Oração ao Santo Soldado José Barbosa de Andrade .

Oh Santo Soldado , rogo a ti .
Que socorre aos que nada tem , que nada possue.
Que socorre aos aflitos , aos que sequer saúde possue.
Que socorre aos que de coração limpo e alma atormentada o procuram.
Me socorra Santo Soldado ( dizer o motivo) .
Por Deus .

'Zé, me ajuda' (falar ao fim da oração).

(Quando for possivel para você acender uma vela para o Santo Soldado) .


O soldado  José Barbosa de Andrade da Polícia Militar de São Paulo é o mais novo  santo do País.

 PMSP Barbosa morreu afogado para salvar uma mulher dentro  do Rio Tamanduateí  .

Um soldado da Polícia Militar de São Paulo é o mais novo candidato a santo do País. José Barbosa de Andrade tinha 33 anos quando, em 6 de janeiro de 1999, morreu afogado nas águas do Rio Tamanduateí para salvar uma moradora de rua embriagada, que havia caído. Há três meses, a PM começou a reunir documentos e testemunhos sobre a vida e morte de Barbosa, como era conhecido na corporação, para pedir a beatificação ao Vaticano.
A postuladora da causa é a irmã Célia Cadorin, da Congregação das Irmãzinhas de Imaculada Conceição, responsável pelos processos de santificação de Madre Paulina e Frei Antonio de Sant'Ana Galvão.

Irmã Célia explica que, no caso de Barbosa, o fato de ele ter sido mártir, ou seja, ter sacrificado a sua vida para salvar a de outra pessoa, dispensa a comprovação de um milagre para o Vaticano decretar a beatificação. Segundo a religiosa, a identificação de um mártir tem como base ensinamento de Santo Agostinho.

"O martírio se conhece pelo motivo praticado, como dar a vida pela fé ou por Jesus Cristo", explica Irmã Célia.

O padre e tenente-coronel Osvaldo Palopito, chefe da Capelania da Polícia Militar paulista, diz testemunhar casos de abnegação e renúncia envolvendo policiais militares, porém, afirma que o do soldado Barbosa se diferenciava.

"Envolve fé e caridade fundamentadas no amor a Deus. A excepcionalidade do sacrifício está no fato de ele ter arriscado a vida consciente do risco que corria", observa o padre-capelão.

O coronel Luiz Eduardo Pesce de Arruda, da Escola Superior de Soldados da PMSP, responsável pelo levantamento da história de Barbosa, conta que o policial não sabia nadar. No dia que morreu, ele havia sido dispensado do trabalho mais cedo e estava a caminho da Coopmil (Cooperativa de Crédito da Polícia Militar) para solicitar um empréstimo. Como chovia, ele pegou carona com o colega Luiz Francisco de Macedo e quando passavam pela Avenida do Estado, próximo ao Mercado Municipal, viram uma aglomeração.

"Ao ouvir gritos de socorro, ele foi salvar a mendiga que se debatia na água suja e turbulenta do rio, expondo-se a um risco muito além do que se espera de um PM", diz.  "Um homem não se improvisa. Ele nasce pronto", orgulha-se o oficial.

Barbosa desceu pela borda, com uma corda fina amarrada à cintura. O volume de água estava sete vezes maior em razão das chuvas. Mesmo assim, ele conseguiu puxar a mulher, que foi retirada do rio pelo outro policial.

"Durante o salvamento, a corda se rompeu e a correnteza o arrastou. O fiel da farda (cordão que prende a arma ao coldre) se enroscou no lixo e Barbosa afundou", diz o coronel Luiz Eduardo.

A moradora de rua, identificada como Salete Aparecida Rodrigues, que tinha 48 anos à época, entrou em depressão ao saber da morte do soldado. Ela tentou por duas vezes o suicídio, uma delas 11 meses depois, em novembro de 1999, no mesmo local. Até hoje não se tem mais notícias de Salete. Amigos de Barbosa, contudo, acreditam que ela continua vivendo nas ruas.

Entrevista: Antonia B. de Andrade - Mãe do soldado Barbosa

'O Zé nasceu para ajudar as pessoas. Minhas filhas pedem graças a ele'

 - A senhora se sente privilegiada diante da possibilidade de ter sido mãe de um santo?
ANTONIA B. DE ANDRADE - De modo algum. Se fizer isso, estarei me castigando porque a humildade é tudo.

- A senhora percebeu alguma coisa diferente em seu filho quando ele era criança?
- Ele nunca deu valor a coisas materiais. Nós éramos muito pobres, mas o Zé (Barbosa) jamais reclamou e não sentia inveja das outras crianças que tinham mais do que ele. Quando ele estava com 8 anos começou a trabalhar de guardador de carros. Tudo o que ganhava entregava nas minhas mãos. Foi sempre assim até ele se casar.

- Ele gostava de ajudar as pessoas?
- Parece que ele nasceu para isso. Quando entrou na PM, mesmo cansado, saía à noite para dar sopa aos moradores de rua.

- Por que ele quis ser PM?
- Por influência do irmão mais velho,  que  é cabo bombeiro.

- Ele já  atirou em alguém?
- Não. Falava grosso quando precisava, mas nunca desrespeitou nem agrediu ninguém.

- A senhora soube de alguma intervenção feita por seu filho após a morte dele?
- Minhas filhas Edna e Esita, que eram muito ligadas ao Zé, sempre pedem a ajuda dele em casos de doença ou quando precisam tomar alguma decisão. Uns dois anos após a morte do Zé, minha sobrinha estava em Mongaguá, olhando os três filhos jogarem bola na água. De repente, veio uma onda forte, puxou a bola para o fundo e as crianças foram  pegá-la. Ela tentou segurá-los, mas os perdeu de vista. Desesperada, gritou. 'Zé, me ajuda' E, segundo conta, na mesma hora a água baixou e deu para tirar todos do fundo.

- A senhora é católica?
- A família toda. O Zé ia todos os domingos à missa.

Perfil
José Barbosa de Andrade, soldado da PM

José Barbosa de Andrade nasceu em 14 de fevereiro de 1965, na Ilha do Governador, no Rio. Aos 7 anos, ele foi com a família (mãe, pai e nove irmãos) morar de favor na casa de um parente, no Grajaú, Zona Sul da capital paulista. Barbosa ingressou na PM de São Paulo em  novembro de 1994, após prestar concurso três vezes.  Barbosa passava por dificuldades financeiras porque costumava dar tudo o que tinha aos outros. Na  carreira, só teve uma advertência por ter saído da rota de patrulhamento para ajudar um colega que precisava levar o bolo de aniversário da filha. Ele está sepultado no mausoléu e foi promovido a cabo após a morte.

Caminho para a beatificação

Preparatória:  Um representante do candidato  reúne documentos e testemunhas para a biografia do benfeitor. O caso do soldado Barbosa está neste estágio. Serão analisados os feitos do candidato. A documentação histórica é encaminhada a quatro bispos, que, se convencidos da causa, elaboram uma carta de apresentação à Congregação dos Santos. Simultaneamente, a biografia é enviada à  irmã Célia Cadorin,  postuladora da causa de beatificação e canonização no Brasil. Em seguida, o material parte para uma comissão de padres postuladores de Roma. Antes de iniciar a defesa da causa, a comissão vem ao Brasil analisar a documentação e, se for o caso, abrir o processo de beatificação.

Diocesana:   O processo é encaminhado ao Tribunal Eclesiástico, em Brasília. Nessa fase, o nome de batismo do candidato passa a ser precedido das palavras servo de Deus. O Tribunal é formado por um delegado episcopal, um promotor e dois notários. Todos os documentos e testemunhos são analisados novamente. Se os integrantes do Tribunal entenderem que a causa tem fundamento, o processo retorna ao Vaticano. A terceira fase só começa quando o Papa publicar no jornal do Vaticano as virtudes heroicas do candidato, que passa a ser chamado de venerável.

Romana:  Todo o material para provar é analisado novamente, no Vaticano. Se o milagre ou o martírio for comprovado, o candidato passa a ser beato. Se houver um segundo milagre, ele se torna santo. No caso do mártir, o processo é mais rápido, porque há uma seção especial de teólogos só para analisar esse tipo de situação.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

La Palestine devient État membre de l'Unesco



La présidence de l'UNESCO à précisé que l'acte de reconnaissance de la Palestine s'inscrit dans le projet de l'UNESCO de dépasser les conflits en vue "d'un avenir de paix et de prospérité"






En attendant la reconnaissance de leur État par l'ONU, les Palestiniens peuvent se targuer d'une première victoire diplomatique d'importance: la Palestine fait désormais partie des 195 États membres de l'Unesco*. La résolution d'admission a été votée lundi à Paris lors de la Conférence générale de l'agence par 107 voix pour, 52 abstentions et 14 voix contre. Elle franchit ainsi largement le seuil requis des deux-tiers de pays présents votants (les absents et les abstentionnistes sont considérés non-votants). Ne reste plus à la Palestine qu'à signer et ratifier l'Acte constitutif de l'Unesco à Londres pour rendre son admission effective. Une formalité a prior
«C'est vraiment un moment historique qui rend à la Palestine certains de ses droits», a déclaré devant la Conférence générale de l'agence de l'ONU le ministre des Affaires étrangères de l'Autorité palestinienne, Riyad al-Malki. «La Palestine est le berceau des religions et des civilisations», a-t-il rappelé après avoir assuré que les Palestiniens avaient besoin de l'aide de l'Unesco pour protéger le patrimoine historique et culturel de la région. D'après lui, cette demande est totalement déconnectée de la démarche effectuée auprès de l'ONU à New York en vue d'une reconnaissance de l'État palestinien. Celle-ci doit être examinée à partir du 11 novembre.
Le porte-parole du ministère français des Affaires étrangères Bernard Valero jugeait pour cette raison avant le vote que ce n'était «ni le lieu ni le moment» de briguer une admission à l'Unesco. La France craignait qu'elle ne perturbe les négociations en cours à New York. Alors qu'elle prévoyait de s'abstenir, comme l'Italie et le Royaume-Uni, la France a pourtant voté favorablement, à la surprise générale. Si elle désapprouvait le timing des Palestiniens, elle ne trouvait rien à opposer sur le fond. «La Palestine a le droit de devenir membre de cette organisation dont la vocation est d'œuvrer à la généralisation d'une culture de la paix au sein de la communauté internationale», a ajustifié lundi Bernard Valero.
L'admission de la Palestine à l'Unesco a déjà des répercussions diplomatiques importantes. Pour commencer, les États-Unis, qui ont voté contre comme l'Allemagne et le Canada, ont suspendu leur participation financière à l'agence, supprimant ainsi près d'un quart de son budget. Les Américains, qui participent activement depuis 2003 aux programmes après 20 ans de boycott sont tenus par deux lois du début des années 1990 leur interdisant de financer une agence spécialisée des Nations unies qui accepterait les Palestiniens comme Etat membre à part entière en l'absence d'accord de paix avec Israël. Ils ont néanmoins promis par la voix de leur ambassadeur de continuer à «renforcer et soutenir» les travaux importants de l'Unesco. Dans un premier temps, l'Unesco va toutefois devoir se passer des 60 millions d'euros que le département d'État s'apprêtait à verser en novembre. Israël devrait également annoncer la suspension de ses versements.
Le processus de paix entre Israëliens et Palestiniens, déjà bien fragile, pourrait lui aussi souffrir de la situation. Le ministère israélien des Affaires étrangères a d'ores et déjà qualifié cette admission de «manœuvre palestinienne unilatérale qui ne changera rien sur le terrain mais éloigne davantage la possibilité d'un accord de paix». D'autre part, le ministère a averti que les pays qui ont soutenu la demande palestinienne, verront leur influence sur l'État hébreu affaiblie. Outre la France, la menace vise de facto la quasi-totalité des pays arabes, africains et latino-américains.

Cette réaction n'est pas surprenante. Les États-Unis savaient notamment à quoi s'en tenir. Le porte-parole de la Maison-Blanche, Jay Carney, a ainsi regretté lundi ce vote «prématuré et contreproductif vis-à-vis de l'objectif de la communauté internationale de parvenir à une paix complète, juste et durable au Proche-Orient».

Impressora 3D BFB 3000 Bits from Bytes



Modelos mais baratos de impressoras que produzem objetos tridimensionais de plástico, chamadas impressoras 3D, começam a chegar ao mercado brasileiro. A empresa Robtec lançou no Brasil duas opções de impressoras 3D com preços mais acessíveis que permitem ao usuário criar objetos como capinha de celular ou peças de Lego.

Um dos modelos custa R$ 5,7 mil e permite imprimir pequenas peças em cerca de 20 minutos. Antes, impressoras 3D custavam a partir de R$ 60 mil e eram adquiridas apenas por grandes empresas. “Essas máquinas estão mais baratas porque são menores, o que limita o tamanho dos objetos, e por não proporcionarem tanto acabamento e precisão”, explica Luiz Fernando Dompieri, diretor-geral da Robtec.

Agora, consumidores domésticos podem ter a máquina para produzir peças de decoração ou como hobby. “No dia do lançamento, um cliente comprou uma das máquinas para tê-la em casa”, conta Dompieri.


consumidores finais, as máquinas também estão mais acessíveis aos pequenos empresários e escolas. “O objetivo das companhias menores é apenas visualizar como a peça ficará em 3D. Eles não estão preocupados com o acabamento”, explica Dompieri. “Nas escolas, um professor de Física poderá usar a impressora para criar uma peça geométrica, por exemplo”.

As máquinas usam fios de plástico que são carregados por um tubo quente que esquenta o material até deixá-lo bem fino. Os objetos 3D são desenhados camada por camada por esse fio quase líquido
Para imprimir os objetos, o cliente precisa usar programas que criam desenhos em 3D, como o AutoCAD. Isso limita o uso da tecnologia hoje, segundo Michele Marchesan, vice-presidente da 3D Systems, que comprou a companhia inglesa Bits From Bytes (BFB), fabricante das máquinas.

Por isso, a BFB estuda disponibilizar desenhos já pré-montados que poderão ser apenas adaptados pelos consumidores. “As pessoas poderão baixar pela internet alguns arquivos e personalizá-los sem precisar ter nenhum conhecimento nesses programas”, afirma Marchesan.

“Quando compramos a Bits From Bytes, consideramos uma grande aquisição porque poderíamos democratizar o acesso as impressoras 3D. Nós acreditamos que esse é o futuro, que todo mundo terá uma impressora 3D em casa”, conclui.

A impressora RapMan 3. custa R$ 5,7 mil, pesa 17 kg e precisa ser montada pelo cliente em casa. A segunda máquina é a “BFB – 3000”, que custa R$ 12,4 mil e pesa 37 kg. Nesse caso, a impressora já vem montada, por isso é mais cara. Ambas são fabricadas pela companhia inglesa Bits From Bytes (BFB).

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Juízes Federais e do Trabalho vão paralisar dia 30 de novembro



Os juízes federais vão paralisar suas atividades no dia 30 de novembro, em defesa de uma política remuneratória e previdenciária, melhoria das condições de trabalho, por mais segurança, saúde e previdência. A decisão foi tomada em assembléia geral da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), realizada na última sexta-feira (14/10). A paralisação se dará durante a semana nacional de conciliação.

A proposta é realizar o movimento em conjunto com os 3.600 juízes trabalhistas brasileiros representados pela Associação Nacional dos Magistrados do Trabalho (Anamatra), que vão paralisar nacionalmente neste dia.

Também foi deliberado que os processos de interesse da União nas Varas Cíveis e de Execução Fiscal terão as suas intimações e citações totalmente represadas, a partir desta semana, até serem remetidas para a Advocacia Geral da União em bloco somente no dia 29 de novembro, em operação padrão.

O presidente da Ajufe, Gabriel Wedy, considera o saldo da Assembléia muito positivo. “Precisamos de uma agenda positiva do Poder Judiciário junto aos demais Poderes. As associações, em face do vácuo de liderança na presidência do STF também constatado pela Anamatra, estão assumindo um papel que nunca assumiram ao longo da história e agora estão estrategicamente exercendo este protagonismo indo além dos movimentos paredistas.”

Wedy ressalta que este não é o momento de fazer greve, mas, sim, de paralisar por um dia com os 3.600 juízes trabalhistas, em sinal de protesto por mais respeito às reivindicações que visam garantir um Poder Judiciário independente. “Os juízes trabalhistas nos apoiaram na paralisação que realizamos no ano 2000, agora é hora de retribuirmos o apoio na paralisação do dia 30 de novembro e marcharmos juntos, em uma luta que é, acima de tudo, nossa”, destaca Wedy.

A medida estratégica e adicional de represar as intimações e citações nos processos de interesse da União vai ser uma forma efetiva e inteligente de pressão, mais eficaz que greve, sem molestar a sociedade. “Não podemos perder tempo, precisamos de mais segurança para trabalhar – vejam o caso da juíza Patrícia Acyoly brutalmente assassinada no Rio de Janeiro -, estrutura de trabalho, simetria integral com o Ministério Público e de uma política remuneratória urgente. Neste período vamos esclarecer os colegas e fazer visitas nos Estados para mobilizar a carreira”, justifica Wedy.

O represamento de intimações e citações dos processos de interesse da União, em especial de Execução Fiscal, ocorrerão até o dia 29 de novembro. “É ilusório e utópico pensar que conseguiremos algo ainda este ano com diálogos formais e sem pressão. A indignação está aumentando na carreira, é crescente, não estamos sendo ouvidos pelo demais Poderes e em especial precisamos de maior empenho do Presidente do STF. Fez bem a categoria ao decidir desta forma democraticamente. Queremos um Judiciário cada vez mais ágil que leve uma justiça mais rápida e acessível à população e que no aspecto criminal não admita a impunidade e a corrupção no nosso país”, ressalta o presidente da Ajufe.
Pela segunda vez no ano, os juízes federais irão fazer uma paralisação no dia 30 de novembro. A decisão foi tomada em assembleia da Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil), realizada na última sexta-feira.

A entidade também decidiu fazer uma "operação padrão" com os processos de interesse da União.

Eles afirmam que irão "represar" as citações e intimações até o dia 29 de novembro, quando elas serão enviadas de uma vez para a AGU (Advocacia-Geral da União).

Para a Ajufe, a medida é uma forma "eficiente e inteligente" de pressionar o governo.

"É ilusório e utópico pensar que conseguiremos algo ainda este ano com diálogos formais e sem pressão. A indignação está aumentando na carreira, é crescente, não estamos sendo ouvidos pelo demais Poderes e em especial precisamos de maior empenho do presidente do STF", diz o presidente da Ajufe, Gabriel Wedy.

De acordo com a entidade, a paralisação terá o apoio dos juízes do Trabalho.

Além de aumento salarial, a categoria, cuja remuneração varia entre R$ 21.766 e R$ 24.117, quer uma nova política previdenciária e melhoria das condições de trabalho.

A primeira paralisação dos juízes federais aconteceu em abril. Segundo a Afuje, 90% da categoria aderiu ao movimento.

Desde o dia 27 de setembro, os servidores da Justiça Federal em São Paulo também estão em greve. No ano passado, a paralisação chegou a 92 dias.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

PKK .



Tension between Turkey and Israel is continuing with conflicting interpretations of events, as well as doses of verbal warfare. It is remarkable that the debate is so structured as to provoke sensitivities and deepen fears on both sides. While the source of traditional fears and anxieties in Israel is the Palestinian question, Turkey’s source of anxiety is the Armenian question and the outlawed Kurdistan Workers’ Party, or PKK. Although Turkey’s approach toward the Palestinian question is well-known, the Israeli-PKK relationship is not so. This article aims to contribute to the ongoing debate by focusing on Israeli-PKK relations.

Of course, Israel, keeping a close eye on everything in the Middle East, concerns itself with the Kurdish issue in general and the PKK in particular. As a matter of fact, one of the first strategic pillars of that interest was formed with the immigration of Iraqi Jews to Israel in the post-1945 period and with Iraq’s approach toward the Arab-Israeli wars in the early 1960s. Mulla Mustafa Barzani’s rebellion against the Iraqi regime provided Israel with an opportunity to conduct a proxy war against Iraq. Israel offered the Barzani clan logistical support, military training and new perspectives. The foundations of intelligence organization in the Kurdistan Democratic Party were then laid down by Mossad. By these means, Iraq was made to pay for the support it gave to the Arabs during the 1967 and 1973 Arab-Israeli wars through Barzani’s guerilla attacks. The Iranian shah’s support which helped Israeli intelligence access northern Iraq must also be kept in mind. All these relations were proper in the Cold War spirit. Nevertheless, Israel’s interest continues in different guises. This interest has remained a question in the minds of both the Turkish people and security circles.

Historically, Israel and the PKK were not on good terms. In 1971, the Israeli consul in Istanbul was abducted and killed by Marxist organizations. This caused Israel to focus on leftist organizations in Turkey linked with Palestine.

Quickly, the search focused on Abdullah Öcalan and his organization, the PKK. Öcalan fled from Turkey to Syria in 1979. Then, he settled in Lebanon with the help of Syrian intelligence and the Marxist organizations of Gibril and Havatme and George Habash, the late leader of the Popular Front for the Liberation of Palestine, or PFLP. These three entities were a source of trouble for Israel and started to provide guerilla training to Öcalan’s militants.

In sum, Israeli-PKK relations have featured three phases. The first phase covers the period from the PKK’s establishment to 1992. In this phase, the PKK was a secondary problem which was to be closely watched. The second phase was between 1992 and 2002, when the PKK was subject to low-level diplomatic, but high-level “business” relations within the progressing Turkey-Israeli relationship. The final phase covers the period from 2002 onwards.

When Israel invaded Lebanon in 1982, it encountered “International Marxist” resistance along with the Palestinian groups. As a Marxist organization, PKK militants fought against the Israeli army, too, losing 11 militants in the battles. An additional 13 militants were captured, imprisoned and interrogated. This enabled Israel to lay hands on a large number of PKK documents. Thus, from early on, Israel has had important information about the PKK. Later, the imprisoned PKK militants were released together with Palestinian Liberation Organization, or PLO, members. They flew to Greece and then moved to Iran. In this process, while Israel perceived the PKK as a threat sponsored by Syria that was to be watched closely, it also shared a large number of documents now in its hands with Turkish intelligence.

After the Cold War, Turkish-Israeli relations took a new shape. Saddam Hussein’s invasion of Kuwait was a source of trouble for both parties. Saddam, who was then in search of support and legitimacy against the coalition forces, targeted Israel with Scud missiles. Vigorous efforts of Turgut Özal to join the forces to be deployed in an operation to Iraq and close relations with the U.S. brought Turkey and Israel closer.

The post-Cold War era offered new opportunities and created a highly competitive environment for Turkey. On the one hand, there were spheres of influence that opened in the wake of the changing balances in Caucasus and Central Asia, the independence of Azerbaijan, and opportunities in the field of energy policy; on the other hand, there was competition with Russia, Iran and Syria which were anxious about the windows of opportunity that the new foreign policy environment provided for Turkey. All three aimed to destabilize Turkey by increasing their support for the outlawed Kurdistan Workers’ Party, or PKK as of September 1992. Back then, Israel was the actor providing indirect support to Turkey on the Iranian and Syrian fronts.

As PKK action peaked in May 1993, Turkey was in need of more sophisticated weapons, equipment, intelligence and operational techniques. This helped Turkish-Israeli relations to develop. Israel shared the experience it gained against the “intifada” with Turkey and this helped Turkey inflict significant “casualties” on the PKK. In sum, the PKK threat played a key role in Turkish-Israeli relations. Today we know that Israel played an important role in capturing Öcalan, the jailed PKK leader. The PKK’s attempt to invade Israel’s Berlin consulate in the wake of Öcalan’s capture during which four PKK members were killed by Israeli guards was no coincidence.

Why and how have Turkish-Israeli relations deteriorated? The mutually reinforced suspicions between Israel and the AKP government due to ideological reasons are not the only cause. Other natural causes including the U.S. invasion of Iraq, changing balances in the Middle East, the EU process, the PKK’s loss of its former speed and network, and the decline of the security perspective in domestic politics have brought Turkish-Israeli relations to a new ground. Since the PKK question or at least the military struggle with the PKK is no longer the main topic on the agenda, the Turkish-Israeli “strategic alliance” lost its raison d’etre.

The U.S. invasion of Iraq benefited Israel. As its relations with Turkey worsened, it began to develop a new relationship with the Kurds in northern Iraq, which it had to leave in 1975. Although official circles deny this, it is known that Israel has developed military relations with the northern Iraqi government in the post-invasion era. Considering that the current PKK activities against Iran serve Israeli interests, this does not seem a far-fetched possibility.

The PKK’s ability to find sponsors and provide unlimited services is well known in Ankara. Israel is also aware of this. Nevertheless there are two principles that the leaders of both countries might want to keep in mind. First of all, states establish relationships with non-state organizations not for ideological reasons, but in line with their interests. Secondly, “He who lives in a glass house shouldn’t throw stones at his neighbors.”It is possible to divide Turkey’s experiences in the Kurdish issue into a number of periods: First, the period of problems caused by primitive nationalization practices carried out in the first decades of the Republic; second, the regressive period from the 1960 coup until the 1980 coup; third, a complicated period from the emergence of the Kurdistan Workers’ Party (PKK) through the chaotic 1990s until PKK leader Abdullah Öcalan’s capture in 1999. Now, in a new period, we are witnessing the actors of the “Old Turkey” systematically searching for any tools to freeze the democratization process.

While the actors of the “New Turkey” and the new Middle East were the ones who stopped resorting to violence or anti-democratic means, the actors of the old order were the ones who failed to give up their weapons. The PKK systematically took up arms again after the beginning of the democratic initiative – something that can be seen as one of the most dramatic examples of the PKK’s existential crisis. The PKK, Peace and Democracy Party (BDP) and their anachronistic intellectual colleagues have failed to answer the following, simple question: Would the PKK think about laying down its arms under any circumstances as part of a solution to the Kurdish issue in Turkey? Even hypothetically, they could not imagine disarmament. Apparently, they are quite convinced that both armed struggle and the Kurdish issue will exist indefinitely. Since nothing good happens and in order to reach the limits of revolutionary paradoxes, timeless anachronistic revolution will continue as long as Stalinist fantasies keep being reproduced by Kurdish issue experts and actors.

Let alone providing promising projections which can be taken seriously after a bloody and tragic history of 30 years, the PKK and its political movement have failed to take any initiative to minimize the political and social divergence in Turkey. The PKK’s sole argument is the myth of “the gains of the armed struggle,” which is a great fallacy. It prefers to tilt at windmills rather than be a part of the indispensible democratization process in Turkey. The PKK no longer acts as the most crucial actor in the Kurdish issue; on the contrary, there is now “the PKK issue of the Kurdish issue.” Because of this transformation, the PKK began to ignore the dynamics of the Kurdish issue and put Kurdish nationalism, a naïve imitation of Kemalist nationalism, at the top of its agenda.

For the PKK, the process can only go from the initial “Defeat in the 1990s” to the “Second Defeat” in the 2010s. Following the 1990s, the situation was rectified in the 2000s by the Justice and Development Party (AKP) in favor of Kurdish and Turkish people and at the expense of anti-democratic actors. Out of the 2010s, there will ultimately be domestic consolidation that is to the detriment of the PKK and regional groups. Unfortunately in this process, social fraternity will be damaged in the medium term.

It is possible to make certain analyses as to the results of the “revolutionary people’s war” launched by the PKK within the framework of the Middle Eastern proxy wars. The PKK is trying to be taken as a powerful actor in possible future negotiations by putting Turkey in a much more difficult position. Increasing terror will be enough for the PKK to achieve the first step in its aim. However, the cost of this for the PKK will be high: it won’t be able to find a place in the New Turkey, let alone hold onto a more powerful position.

domingo, 18 de setembro de 2011

State of Palestine




O Povo Palestino tem o direito de ter o seu próprio Estado, livre, democrático e soberano! Em 1947, a Organização das Nações Unidas (ONU) criou o Plano de Partilha da Palestina, que resultou na criação do Estado de Israel. Essa iniciativa criou uma tragédia cotidiana para o povo palestino. Mais de 500 vilas e comunidades palestinas foram destruídas. Milhares foram presos, torturados e assassinados.

Palestinos foram expulsos de suas casas e de centenas de cidades. Cerca de 4,5 milhões de refugiados palestinos vivem hoje pelo mundo, sendo que a maioria destes se encontra nas fronteiras da Palestina ocupada, e o Estado de Israel segue negando o direito de retorno para todos. A ocupação militar israelense, com o apoio das potencias ocidentais, avançou e conquistou novos territórios, em Gaza, Cisjordânia, Jerusalém e até mesmo nas terras sírias das Colinas de Golã e no Sul do Líbano.

Caberá a ONU, com base no direito internacional e em suas próprias resoluções, (em especial a 181, de 1947, que reconhece o Estado da Palestina) ratificar e admitir o Estado da Palestina como membro pleno da organização, caso contrário, será conivente com os crimes cometidos pelo colonialismo israelense contra o povo palestino.

Em setembro deste ano, a Organização para a Libertação da Palestina (OLP), reconhecida internacionalmente como única e legítima representante do povo palestino, irá solicitar da ONU a aprovação do Estado da Palestina como membro pleno desta organização.

Enquanto o povo palestino vem insistindo por uma paz justa para o conflito, os sucessivos governos israelenses continuam não cumprindo as inúmeras resoluções da ONU, mantendo nos cárceres mais de oito mil presos políticos, reprimindo violentamente as manifestações pacíficas de palestinos e israelenses que defendem a criação do Estado da Palestina e seguindo na construção do muro do apartheid ou muro da vergonha, um muro que hoje já tem cerca de 500 km de extensão, e que proíbe a livre circulação de pessoas e produtos entre as cidades e vilas palestinas.

Uma paz justa e duradoura pressupõe a criação, de fato, do Estado da Palestina, e a inclusão deste como membro pleno da ONU, com todos os direitos e deveres que tal decisão implica.

Estados Unidos e Israel comandam a oposição sistemática para que os direitos inalienáveis do povo palestino ao retorno e à autodeterminação não sejam cumpridos.

Se a ONU permitiu a incorporação do Estado de Israel como membro pleno, apesar do mesmo não obedecer aos princípios fundamentais da Carta das Nações Unidas, e de violar cotidianamente os direitos humanos, econômicos, sociais, políticos e culturais dos palestinos, é preciso que o Estado da Palestina também tenha o direito de existir plenamente já.

Apoiaremos as mobilizações populares dos palestinos que lutam contra o governo antidemocrático de Israel. Nós, militantes de organizações representativas do povo brasileiro, afirmamos: apoiar o povo palestino é apoiar todos os povos em sua caminhada de paz, justiça e liberdade!

Ouçam as vozes do povo brasileiro: Estado da Palestina Já!

Vídeo produzido pela TV Vermelho
Direção: Toni C.
Narração e Tradução: Assad Frangieh
Revisão: Humberto Alencar
Logotipo: Andocides Bezerra
Apoio: Carla Santos

sábado, 10 de setembro de 2011

Mahmoud Abbas , Mr. Obama’s .

Among the very first foreign leaders President Obama called after entering the Oval Office on Jan. 21, 2009, was the president of the Palestinian Authority, Mahmoud Abbas. The last time the two men spoke was in February, when Mr. Obama failed, in an awkward, 55-minute phone conversation, to persuade Mr. Abbas not to go to the United Nations to condemn Israel for building Jewish settlements.

The 25 months between those calls demonstrate how Mr. Obama’s relationship with Mr. Abbas has withered — and along with it, Mr. Obama’s hopes to make Middle East peacemaking one of his signature achievements.

Later this month, the Palestinians seem determined to go to the United Nations again, this time to ask for recognition of a Palestinian state, a move the United States has vowed to oppose. But Mr. Obama has no plans to call Mr. Abbas, a senior administration official said, because it is clear that the president can say little to stop him. (The United States blocked the last Palestinian resolution as well.)

“The beginning of their relationship was good — auspicious, actually,” said Ziad J. Asali, the president of the American Task Force on Palestine. “But then decisions, mistakes and reality changed the relationship.”

American and Palestinian officials insist that there is no animosity between Mr. Obama and Mr. Abbas, unlike the often tense relationship between the president and Prime Minister Benjamin Netanyahu of Israel. But Mr. Abbas has lost faith in Mr. Obama, Palestinian officials said, and after four face-to-face meetings and many regular telephone calls, there is now little contact between them.

This is a sharp contrast to former President Bill Clinton, who met frequently with the last Palestinian leader, Yasir Arafat, even if that relationship ultimately soured, too — or even to former President George W. Bush, who built a decent working relationship with Mr. Abbas during his effort to achieve a peace agreement.

Personal diplomacy has its limits in the Middle East, given the deep historic and political hurdles to an agreement. But it can help at times, former diplomats said, noting that Mr. Clinton used his charm with Mr. Arafat to get him to sign a deal with Mr. Netanyahu at the Wye River talks in 1998. Mr. Obama has also cultivated other leaders in the region, notably Prime Minister Recep Tayyip Erdogan of Turkey.

The lack of high-level contact will be telling in the coming weeks. While the White House has worked behind the scenes to head off the Palestinian campaign, Mr. Obama himself has stayed conspicuously offstage, leaving the effort to State Department diplomats and to Tony Blair, the special envoy to the diplomatic group known as the Quartet, which comprises the United States, the United Nations, the European Union and Russia.

On Thursday, Mr. Abbas rebuffed a last-ditch appeal by the United States not to go to the United Nations, telling reporters it had come “too late.” His comments came after meeting with two senior American officials.

“The administration’s body language is conveying fatigue,” said Robert Malley, director of the Middle East program at the International Crisis Group. “It’s going to take a lot to persuade the president that it’s worth political capital to try to revive this.”

Indeed, in some political circles here, there is an argument that an American veto of the Palestinian resolution would be just fine, since it would win Mr. Obama favor with Jewish voters going into an election year. But it is a remarkable turn of events, given that the president began his Middle East peacemaking bid faster and with greater ambition than virtually any of his predecessors.

Among Palestinians, the disappointment is all the more acute because their hopes for Mr. Obama were so high. Judging by Mr. Obama’s background, temperament and worldview, Palestinians expected him to bring a new focus to the peace process and a greater sympathy for the Palestinian cause. It did not go unnoticed that he is friends with a prominent Palestinian-American scholar, Rashid Khalidi.

Mr. Obama named a high-profile special envoy to the region, George J. Mitchell Jr. He also spoke empathetically about the suffering of the Palestinian people in Gaza after an Israeli military campaign against Hamas there. And the president’s demand of Israel that it freeze settlement construction cheered the Palestinians, who believed that would remove a stubborn hurdle to a peace deal.

“We hoped a lot that in his administration, there would be real progress,” said Nabil Shaath, who leads the foreign affairs department of Fatah, the main party of the Palestinian Authority. “But later on, disappointment set in,” Mr. Shaath said in a telephone interview from Ramallah on the West Bank. “He really could not deliver what he promised in terms of a cessation of settlement activity.”

When Mr. Netanyahu refused to extend a moratorium on construction, Mr. Abbas felt let down. And he blamed Mr. Obama for leading him on. In an interview with Newsweek in April, Mr. Abbas said: “It was Obama who suggested a full settlement freeze. I said O.K., I accept. We both went up the tree. After that, he came down with a ladder and he removed the ladder and said to me, jump.”

The Israelis have long contended that negotiations should not be subject to any preconditions, and they view the Palestinians’s focus on settlements as a pretext to avoid serious negotiations.

The Americans have their own frustrations. Some officials doubt that Mr. Abbas is willing to take risks to pursue an agreement. His regular threats to step down as the Palestinian Authority’s leader make some question why Mr. Obama should make an investment in him. And with no hope of progress, they ask what would be gained by putting the president in touch with him.

“You pick your moments based on where you think the diplomacy is,” a senior official said. “The president’s currency is so valuable in diplomacy that if you don’t husband it, then you don’t have it when you need it.”

One thing both the Americans and the Palestinians agree on is that this is not one of those moments. Mr. Abbas has written off the prospect of a new American initiative for the rest of Mr. Obama’s term, Mr. Shaath said.

Still, noting that Mr. Abbas “keeps high esteem for the man,” Mr. Shaath said he “retains the hope that President Obama will be re-elected.”

“Maybe in his second term, he will deliver what he couldn’t in his first term.”

domingo, 4 de setembro de 2011

Janderson & Anderson




Janderson & Anderson

Excelente dupla do ritimo sertanejo , com musicas que levam bons arranjos e otimas letras , na verdade o ritimo agrada em cheio o publico urbano , indefinido as vezes mas bem ritimado , embora não seja adepto do genero me chamou a atenção pela criatividade ,pela ousadia em misturar alguns generos , uma ousadia criativa que desde o The Band eu não encontrava , muito bom , falta o video que certamente vira em breve , .

Anderson Luiz de Oliveira ou simplesmente Anderson
Assim segue a vida deste rapaz que nasceu na cidade de Curitiba-PR, e atualmente mora no município de Maringá no mesmo estado. A história musical começa por influencia e apoio de seu Pai. Anderson começou a tocar violão quando era ainda garoto e aos 11 anos de idade ganhou sua primeira viola instrumento esse, que o fez abandonar o velho violão. Com o incentivo do seu avô começou a cantarolar nas rodas de viola de sua cidade, no repertório tocava canções de grandes nomes que marcaram a história da música raiz, dentre eles Lourenço e Lourival, Zico e Zeca e Tião Carreiro e Pardinho. Nas idas e vindas que a vida nos leva, o encontro com o parceiro e amigo Janderson, foi pouco casual.

Janderson Dias Moraes o determinado Janderson
Jeito simplão que leva na garganta um Vozeirão de causar impacto a primeira vista. Nascido na cidade de Maringa-PR, se interessou por violão quando tinha 10 anos de idade, e seu vizinho o Sr. Cardoso o ensinou o modesto pouco que sabe, vizinho este, que Janderson perturbava muito para apreender os acordes que mais tarde poderia dar uma revira volta em sua vida. O que o garoto sempre quis, era aprender viola caipira e foi aos 17 anos, que seu Pai José Dias o presenteou com o instrumento. O tempo foi passando e o rapaz formou parceria com alguns amigos que veio a não vingar. O parceiro ideal estava muito próximo, até que no dia 1 de maio de 2008 vinham a se encontrar e pontear violas juntos em uma churrascaria em sua terra natal.

Shows
Telefone: 11 3868 2728 (Rossana)
Celular: 44 9835 7290 / 44 8818 1045 (Zé Dias)
agenda@jandersoneanderson.com.br



Empresários
Silvio Rodriguez | Zé Dias

sábado, 3 de setembro de 2011

Estádio do Corinthians . Festa para assinatura do contrato entre a Odebrecht e o Corinthians.






O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva compareceu, neste sábado (03), ao ato de assinatura do contrato entre a Odebrecht e o Corinthians para a construção do estádio do clube que irá abrigar os jogos da Copa do Mundo de 2014 em São Paulo.

Corintiano, o ex-presidente foi ao evento como convidado. Mais disposto, depois de vistoriar as obras em Itaquera ao lado de Andrés, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou sobre o assunto quando discursava para o público presente na festa corintiana. Ele lembrou que já trabalhou em prol do Morumbi como sede paulista da Copa de 2014 e foi brevemente vaiado.


"Fui visitar o Morumbi na época. Achamos que seria o lugar ideal. Não sei por que não deu certo. Só quem pode responder isso é o Juvenal [Juvêncio, presidente do São Paulo] e os presidentes da Fifa e da CBF. Eles não quiseram", eximiu-se Lula, voltando a ser ovacionado quando se posicionou como Andrés Sanchez.


“Não foi o estádio do Corinthians que entrou na Copa do Mundo. Foi a Copa do Mundo que entrou no estádio do Corinthians”, afirmou, ressaltando que a arena iria ser construída de qualquer forma.

Lula visitou as obras ao lado de Andrés Sanchez, presidente do clube, e agradeceu Emílio Odebrecht, presidente do conselho da empresa, por ter começado a construção 90 dias antes de o contrato ser assinado, e pediu à imprensa que a obra fosse bem fiscalizada para sair da melhor forma possível.

O Sport Club Corinthians Paulista conquistou mais um passo importante referente ao tão esperado estádio alvinegro. No evento em comemoração aos 101 anos do clube, o presidente Andrés Sanchez assinou o contrato de construção da futura casa do Timão com a Odebretch.
Na última quinta-feira (01), as primeiras colunas do estádio já haviam sido instaladas em Itaquera.

O estádio do Corinthians, na zona leste da cidade de São Paulo, terá capacidade para 48 mil torcedores. Para sediar a abertura da Copa de 2014 no Brasil, a Fifa prevê 65 mil lugares. Com a exigência, serão adicionados 20 mil assentos removíveis, ficando um total de 68 mil. Os assentos excedentes serão retirados após o encerramento da Copa.

O estádio próprio viabilizará um sonho de longa data do Clube. Odebrecht e Corinthians iniciaram em 2004 os primeiros contatos para a construção e, em 2010, como parte das comemorações do centenário corintiano, foi firmado um primeiro acordo entre as duas partes. Em julho de 2011, o novo estádio ficou orçado em R$ 820 milhões. Neste valor, já estão incluídos os serviços iniciais de terraplanagem e preparação do terreno do futuro estádio, cujas obras estão sendo executadas desde 30 de maio.

O projeto do futuro estádio do Corinthians, de autoria do arquiteto Anibal Coutinho, prevê que ele tenha instalações para receber 32 Chefes de Estado, representantes dos países que irão disputar a Copa no Brasil. Também haverá estrutura para o trabalho simultâneo de cinco mil jornalistas de todas as partes do mundo.


 Só de bater os olhos no projeto percebe-se o formato retangular, distinto dos ovais que predominam no país.

Outra característica que chama a atenção são os vãos livres, que, segundo Anibal Coutinho, autor do projeto, imprime à obra sua "cara paulistana", lembrando o Masp, de Lina Bo Bardi.

Pelo menos no papel, com tecnologia de última geração: quatro telões de 800 polegadas, de área equivalente a uma quadra de vôlei, ar-condicionado em todas as dependências e um painel de células fotovoltaicas que gerarão energia para o sistema.

Com 148.620 m² de área construída e prazo de entrega fixado para dezembro de 2013, o Itaquerão será um dos maiores estádios da Copa-14.

O cenário político indica que a arena tem grande possibilidade de abrir o Mundial, dada a proximidade entre o presidente corintiano, Andres Sanchez, e o homem forte do COL (Comitê Organizador Local), Ricardo Teixeira.

O anúncio oficial acontecerá em outubro e gera expectativa, pois a abertura é um evento mais caro e complexo que a própria final da competição, que será no Maracanã.

A capacidade do estádio de 48 mil lugares, então, aumentará em 20 mil, por meio de arquibancadas provisórias.

A concepção do futuro estádio corintiano, feita pelo escritório Coutinho, Diegues, Cordeiro/DDG, prevê um shopping center agregado à arena, com área para abrigar 59 concessões (lojas, lanchonetes, restaurantes, bares temáticos, espaço para exposições, auditório etc.).

Haverá ainda 89 camarotes, para 1.423 pessoas sentadas, quatro deles com área de 470 m, e 48 sanitários. O complexo terá sistema de reaproveitamento de águas pluviais para utilização em descargas e na irrigação do gramado.

No pico das obras, a previsão é que sejam utilizados, no mínimo, 1.500 homens.

O projeto prevê dois estacionamentos cobertos e dois a céu aberto, com cerca de 3.000 vagas. Durante a Copa, porém, o local será usado por caminhões de equipamentos.


Estágio atual
Nessa primeira etapa, estão sendo realizados serviços preliminares de terraplanagem, instalação do canteiro de obras (escritórios, restaurante, ambulatório médico etc.), remoção de interferências e colocação das primeiras estacas.
Empregos gerados
Durante o pico das obras, serão 1.500.
Em agosto de 2011, são 350.



Localização
Itaquera, bairro da zona leste de São Paulo (SP)
Modelo de Contrato
Contrato privado entre Corinthians e Odebrecht.
Valor
R$ 820 milhões, em julho de 2010.
Início das obras
30 de maio de 2011.