A Arena Corinthians, na zona leste da cidade de São Paulo, terá capacidade para 48 mil torcedores.
Para sediar a abertura da Copa de 2014 no Brasil, a Fifa prevê 65 mil lugares. Com a exigência, serão adicionados 20 mil assentos removíveis, ficando um total de 68 mil.
Os assentos excedentes serão retirados após o encerramento da Copa.
O estádio próprio viabilizará um sonho de longa data do Clube. Odebrecht e Corinthians iniciaram em 2004 os primeiros contatos para a construção e, em 2010, como parte das comemorações do centenário corintiano, foi firmado um primeiro acordo entre as duas partes.
Em julho de 2011, o novo estádio ficou orçado em R$ 820 milhões.
Neste valor, já estão incluídos os serviços iniciais de terraplenagem e preparação do terreno do estádio, cujas obras estão sendo executadas desde 30 de maio.
O projeto da futura Arena Corinthians, de autoria do arquiteto Anibal Coutinho, prevê que ele tenha instalações para receber 32 Chefes de Estado, representantes dos países que irão disputar a Copa no Brasil.
Também haverá estrutura para o trabalho simultâneo de cinco mil jornalistas de todas as partes do mundo.
As obras da Arena Corinthians registraram avanço de 70,12% e contam com o apoio de mais de 1.230 trabalhadores.
O superguindaste com capacidade de 1,5 mil toneladas já assentou quatro dos dez módulos que vão compor a estrutura principal da cobertura oeste.
Iniciou-se também a colocação dos vidros na fachada externa do prédio leste, que terá quase 170 m de comprimento por 20 m de largura.
Os serviços de escavação da área em que ficará o campo já foram finalizados. O terreno está agora sendo preparado para o início da montagem das tubulações dos sistemas de drenagem e resfriamento da grama.
Segundo Tenente Hiroo Onoda (Onoda Hirō; nascido em 19 de março de 1922) é um oficial japonês da inteligência do exército que estava posicionado em Lubang nas Filipinas durante a Segunda Guerra Mundial.
Estava lá quando a ilha foi recuperada pelos aliados em fevereiro de 1945, ao final da guerra. A maioria das tropas japonesas morreu ou foi capturada por forças americanas. Onoda e diversos outros homens, entretanto, esconderam-se na selva densa.
Soldado de guerra desde os 20 anos, Hiroo Onoda lutou com tanta devoção que não percebeu quando a guerra acabou e continuou lutando.
Em dezembro de 1944, Onoda foi enviado às Filipinas. Sua missão, descrita em nota por Major Yoshimi Taniguchi, era a de manter-se vivo. Um trecho da nota, em uma tradução livre, diz que “Isso pode levar três anos, pode levar cinco, mas aconteça o que acontecer, nós vamos voltar até você.”
Onoda continuou sua campanha, vivendo inicialmente nas montanhas com os três soldados. Um de seus camaradas rendeu-se às forças Filipinas, e os outros dois foram mortos em batalhas com as forças locais - em 1954 e em 1972 - deixando Onoda sozinho nas montanhas.
Por 29 anos, recusou render-se, negando cada tentativa de convencê-lo de que a guerra tinha acabado com a rendição do Imperador. Em 1960, Onoda foi declarado legalmente morto no Japão.
Encontrado por um estudante japonês, Norio Suzuki, Onoda recusou-se ainda a aceitar que a guerra tinha acabado a menos que recebesse ordens para baixar armas diretamente de seu oficial superior.
Suzuki se prontificou a ajudar e retornou ao Japão com as fotografias de si mesmo e de Onoda como a prova de seu encontro. Em 1974, o governo do japonês encontrou o oficial comandante de Onoda, Taniguchi, que havia se tornado um livreiro. Taniguchi foi para Lubang e informou a Onoda da derrota do Japão na segunda Guerra e ordenou-lhe a depor armas. Assim, o tenente Onoda emergiu da selva 29 anos após o fim da segunda guerra mundial, e aceitou a ordem do oficial comandante da rendição vestindo seu uniforme e espada, com seu rifle Arisaka ainda em condições operacionais, com 500 cartuchos de munição e diversas granadas de mão.
Embora tivesse matado aproximadamente trinta habitantes Filipinos locais e engajado diversos tiroteios com a polícia, as circunstâncias destes eventos foram levadas em consideração da situação, e Onoda recebeu o perdão do presidente filipino Ferdinand Marcos.
Onoda ficou visivelmente revoltado ao analisar toda a situação e pensar no tempo que perdeu, escondendo-se de inimigos que nem mesmo existiam. Em nota, ele disse que se sentiu um tolo, que tudo à sua volta estava negro, como em uma tempestade.
De volta ao Japão, Onoda virou herói pela dedicação que demonstrou ter com o seu país. Ele também recebeu o pagamento relativo aos 30 anos de trabalho. Com o dinheiro, mudou-se para o Brasil, onde comprou uma chácara e se casou. Ele também escreveu um livro a respeito dos seus 30 anos de guerra.
Em 1984, Onoda voltou ao Japão, onde criou uma escola para ensinar técnicas de sobrevivência e independência aos jovens de seu país. Em 1996, ele retornou às Filipinas e doou US$ 10.000 para escolas locais. Em uma de suas frases mais famosas, Onoda diz: “Os homens nunca deveriam desistir. Eu nunca desisto. Eu odiaria perder.”
Onoda recebeu em 6 de Dezembro de 2006, a medalha de mérito Santos-Dumont da Força Aérea Brasileira. Em Fevereiro de 2010, a Assembléia Legislativa de Mato Grosso do Sul conferiu-lhe o título de "Cidadão Sul-Matogrossense".
Encontram-se no Brasil ainda familiares de Hiroo. Um de seus irmãos Tadao Onoda faleceu no ano de 1991, em São Paulo, porém seus filhos ainda vivem e deixam netos que ainda carregam o sobrenome.
A Gaviões da Fiel vai apelar à Corte Interamericana dos Direitos Humanos pela liberdade dos 12 torcedores presos na Bolívia desde o dia 20 de fevereiro. O grupo é acusado pela morte do torcedor Kevin Espada, atingido por um sinalizador lançado pela torcida brasileira em Oruro, durante a estreia do Corinthians na Libertadores.
Para isso, a torcida organizada contratou a advogada Maristela Basso, professora de Direito Internacional pela USP, para abrir uma nova frente na defesa dos presos.
Maristela Basso é uma advogada brasileira, professora livre-docente de Direito Internacional da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo e professora na academia da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI).
Em contato com o escritório, a secretária da advogada disse que, por ora, Maristela está impedida de dar detalhes sobre o caso.
A corte, com sede na Costa Rica, é ligada à OEA (Organização dos Estados Americanos) e integra o Sistema Interamericano de Proteção aos Direitos Humanos. Segundo o advogado da Gaviões da Fiel, Ricardo Cabral, o trabalho de Maristela não impedirá que a defesa continue a trabalhar em outras frentes. "Estamos em outras instâncias, pedimos habeas corpus na corte de Oruro e agora vamos buscar os direitos internacionais."
Os 12 torcedores já tiveram negado pela Corte Superior de Justiça da Bolívia o pedido de liberdade provisória. "Contratamos uma advogada renomada na área internacional para recorrer à Corte Interamericana e buscar uma solução para essa arbitrariedade", disse Cabral. O presidente da comissão de Relações Exteriores do Senado, Ricardo Ferraço (PMDB-ES), encontrou-se com os 12 torcedores e disse que teme pela vida dos brasileiros. "Condições precárias." Segundo o advogado, os honorários de Maristela serão pagos pela própria Gaviões. "Não há nenhuma participação do Corinthians." Nesta semana, o clube, pela primeira vez, pronunciou-se sobre o caso. O presidente Mário Gobbi terá um encontro com Antonio Patriota, ministro das Relações Exteriores.
Na quarta-feira, o Corinthians publicou entrevista sobre o imbróglio com uma advogada. O clube informou que não participará nem custeará a defesa dos 12 torcedores.
Irmãos Corinthianos , vamos colaborar para pagar as despesas , a Doutora trabalha a nivel internacional certo , ai Irmão não é barato , então vamos colaborar . Vamos dar alguma coisa , procure a Gaviões . Este tal Patrióta ai é um inutil , o Gobbi não tá nem ai , vamos nós Irmãos recuperar os nóssos Irmãos .
Maristela Basso, professora de Direito Internacional pela USP, esta é a Patrona da nóssa causa .
Professora Maristela Basso é Advogada, Doutora em Direito Internacional (Ph.D) e Livre-Docente (Pós-Doutora-Post-Ph.D) em Direito Internacional pela Universidade de São Paulo. Inscrita desde 1983 na OAB/RS, OAB/SP, OAB/RJ e OAB/DF,
a advogada possui experiência nos Estados Unidos, Itália, México e Alemanha. Em São Paulo, foi consultora de Luis Olavo Baptista Advogados e sócia de Tozzini Freire Advogados. Integra a Lista de Árbitros Brasileiros do Sistema de Solução de Controvérsias do MERCOSUL e a lista de Painelistas especialistas em propriedade intelectual do Sistema de Solução de Controvérsias da Organização Mundial do Comércio OMC. Integra também várias instituições e câmaras arbitrais no Brasil e no exterior.
É também especialista em Estudos da Integração Européia com título conferido pela Comissão Européia e Colégio do México. Professora-visitante convidada em Universidades na Itália, Estados Unidos, México e no the Max Planck Institute for Intellectual Property, Competition and Tax Law, Munique. Possui inúmeros artigos e livros publicados no Brasil e no exterior.
Professora livre-docente de Direito Internacional da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (Largo São Francisco), ministrando as disciplinas de Direito Internacional Privado, Direito do Comércio Internacional e Contratos Internacionais, no Curso de Graduação.
É responsável pela disciplina Fundamentos do Direito Internacional da Propriedade Intelectual nos cursos de Pós-Graduação (Mestrado e Doutorado). A advogada também é Professora/Tutora da Academia Mundial da Organização Mundial da Propriedade Intelectual - OMPI Genebra.
Membro Maior da "Inter American Bar Association", da "The American Society of International Law", do Instituto de Direito Comparado Luso-Brasileiro, da International Law Association . Professora Maristela Basso tem seu nome como referência no "Who´s Who in the World", 2008, 2009,2010 e 2012, no "Outstanding Intellectuals of the 21st Centure" 2008 – 2009 e no "Great lives on the 21st Century" – 2008 e no "The Cambridge Blue Book" - 2008/09. Recentemente recebeu do “American Biographical Institute” a “Golden Medal – 2010” - Passion, Courage, Commitment, Success, excellence, Virtue, Spirit”.
Em 2011 foi indicada no “Who´s Who Legal”, publicação internacional: “The first of Brazil´s leading practitioners in the field of Patents – Intellectual Property”
Shiite fighters from Iraq and Lebanon have joined fellow Shiite Syrian gunmen to defend a shrine south of Damascus which they fear is threatened by Sunni rebels battling President Bashar Assad.
The presence of Shiite combatants from some neighboring states – confirmed by sources in Iraq and Syria and highlighted in videos glorifying their mission – underlines how Syria’s conflict is inflaming sectarian feelings in the region.
Abu al-Fadl al-Abbas brigade, named after a seventh century martyr son of Imam Ali who is considered the father of Shiite Islam, was formed several months ago and fights mainly around the shrine of Sayyida Zeinab on the southern outskirts of the Syrian capital, a source close to the brigade said.
Abbas’ sister Zeinab is buried in the gold-domed mausoleum, intricately decorated with blue ceramic tiles and surrounded by a white marble courtyard which used to fill with pilgrims before the uprising against Assad erupted and grew into a civil war.
The source said the brigade was set up in response to the perceived danger to the shrine and mosque from Sunni fighters who desecrated other places of worship for Shiites, who are a minority in Syria.
“They are there for one purpose and that is to defend the shrine,” the source said, adding they were operating independently of Assad’s forces around the capital.
He said Iraqi fighters at Sayyida Zeinab were motivated partly by the desire to prevent a repeat of the wholesale sectarian violence that followed the 2006 attack on the Iraq’s Shiite Imam al-Askari Mosque, blamed on Al-Qaeda, which cost thousands of lives, both Sunni and Shiite.
Syria’s conflict has already attracted hard-line Sunni fighters some from Afghanistan, Libya and Chechnya, many of whom consider Shiites infidels and their shrines as non-Islamic symbols of paganism which should be torn down.
A video posted online two months ago showed Sunni rebels burning a husseiniya – a Shiite religious site – in Syria’s northern Idlib province, one of several recent attacks against properties associated with religious minorities.
An Iraqi Shiite official said Iraqi Shiites – some of whom had lived in southern Damascus since fleeing Iraq’s own violence – started to mobilize last summer in response to rebels in the area he described as “hard-liners and Salafis,” referring to the ultraconservative school of Sunni Islam.
Rebels “wanted to destroy the Sayyida Zeinab shrine and hundreds of Iraqi Shiites who were already living in Syria stood up to them and fought back,” he told Reuters from Iraq.
“Now they are more organized, under the Abu al-Fadl al-Abbas Brigade,” he said. Sources close to the brigade say it is divided into smaller groups named after the 12 Shiite imams and is mainly composed of Iraqi, Lebanese and Syrian Shiites.
The brigade is still made up mainly of Iraqis, the official said, though he said they came to Damascus individually and not under the auspices of the state or any organization.
Rebels accuse Lebanon’s Hezbollah, an ally of Assad, of fighting alongside his forces. The group denies the accusations and says only that its loyalists are fighting in border villages to defend Shiites there.
The brigade has put out two videos that play heavily on the historical feud between Sunnis and Shiites. The first, called “O Zeinab,” shows the shrine damaged with a chandelier on the floor. “We will cut off the hands of the perpetrators,” says a chant on the soundtrack.
The videos mix recent footage of the current conflict around Sayyida Zeinab with scenes from a drama portraying Abbas’ death in 680 A.D. at the hands of the Damascus-based Umayyad Caliph Yezid’s army at the battle of Karbala, in modern-day Iraq.
Those images reinforce the sense of a conflict that transcends state borders. While Shiites form barely 2 percent of the population in Syria, they are a majority in Iraq and Iran and a strong force in neighboring Lebanon – countries where sympathy for Syria’s Shiite and Alawite minorities runs deep.
“The Umayyad descendents are back with their injustice, O Zeinab,” chants an Iraqi-accented voice in the first video, released in December.
Fighters in camouflage uniform, their faces blanked out, fire rocket-propelled grenades and shoot automatic rifles during apparent street battles. Some take up sniper positions, and all of them seem well-trained. Destruction and piles of rubble can be seen in front of closed shops.
It ends with a black-clad Zeinab addressing Yezid. “You will not succeed in erasing our memory,” she says.
In the second video released this month the chanter says: “We will not allow [Zeinab] to be captive twice,” a reference to her capture after the battle of Karbala.
One of the fighters filmed in the first video is shown in the second, this time with his face uncovered – because he has been killed in battle, becoming “a martyr defending Zeinab.”
At least six fighters are seen shooting from a roof while others are seen praying inside the shrine. The tone of the video is more defiant, the “enemy” now mentioned by name.
“If we receive the order ... we will turn things upside down and burn Damascus,” it says. “You Free Army [the rebel army name] get ready. We are coming, we are coming.”
The anger on display is mirrored on social media by Sunni fighters and reflects the deepening rifts across Syria between majority Sunnis, Alawites and Shiites who are being driven further and further apart by the violence.
In a video posted on YouTube last July a Sunni commander warns residents of the northern village of Binnish not to deal with Shiites in neighboring villages, warning that even trading bread or other goods with them is punishable by death.
“The people of Foa [village] are Shiites and they are our enemy across the globe. Understand this. Whoever deals with them even if it is a grain, a single grain of wheat, his punishment will be the same,” the rebel commander says, to the chants of Allahu Akbar [God is greatest].
“I swear, I swear, I swear – if it is proven that a man from this village is dealing with them I will kill him at the door of the mosque,” he said.
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An unprecedented and slickly-produced video is being circulated around Shiite areas of Lebanon showing alleged Shiite combatants fighting in Syria. The video's production and open dissemination highlight how fighters outside Syria are jumping into the country's ongoing civil war – and growing more bold about it.
According to Lebanese sources close to the militant Shiite Hezbollah, the combatants seen in the video are a mix of Hezbollah members and Iraqi Shiites, but the video was produced in Iraq.
Hezbollah’s leadership has played down persistent reports that its fighters are helping defend the beleaguered regime of President Bashar al-Assad. But the video, which was clearly made with the consent of the combatants, appears to reflect the growing conviction within Shiite circles in Lebanon that the war in Syria is no longer one between an embattled autocratic regime and a grassroots opposition but a sectarian confrontation against the emerging and increasingly influential Salafi Jihadist groups that view Shiites as heretics and Hezbollah as an enemy.
“I don’t feel that Hezbollah is defending the regime. They are defending themselves because once the regime goes, they are next,” says Ali, a glazier and staunch Hezbollah supporter from southern Beirut.
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The conflict in neighboring Syria presents Hezbollah and its Iranian patron with a strategic dilemma. Assad’s Syria represents the geopolitical lynchpin that binds Hezbollah to Iran and is a core component in the “Jabhat al-Muqawama” or “Axis of Resistance,” the pan-regional alliance challenging Israel and Western ambitions in the Middle East. If Assad falls and is replaced by a moderate Sunni regime that turns away from Iran and towards Saudi Arabia and Turkey, Hezbollah could become isolated on the Mediterranean coast and potentially threatened by a Sunni resurgence in the Levant.
Sources in the Syrian opposition, the rebel Free Syrian Army, and Western embassies concur that Hezbollah is participating in some fighting and also training regular Syrian troops in urban warfare tactics and turning the pro-regime Shabiha militia into an effective paramilitary force.
In October, Hezbollah leader Sheikh Hassan Nasrallah admitted that some members of the party were fighting to defend a string of villages just inside Syria that are populated by Lebanese Shiites.
Initially, there was some unease among Hezbollah supporters over the party directly assisting the Assad regime in its brutal suppression of a popular uprising. Some fretted that Hezbollah’s image as a champion of the oppressed would be tarnished and that fighting in Syria would distract its attention from the struggle against Israel. Hezbollah involvement debated
In October, Fawwaz Traboulsi, a Lebanese political scientist and author, called on Hezbollah to withdraw its forces from Syria.
“I appeal to them for the sake of Palestine; for the sake of preserving the credibility of the party and the role of the Islamic Resistance [the party’s military wing] in the Arab-Israeli struggle; for the sake of preserving the honor of the weapons of the resistance, so that they may continue waging their jihad against the Israeli enemy only,” he wrote in an opinion piece published by Lebanon’s daily As-Safir newspaper.
However, as the conflict in Syria has intensified, atrocities reportedly committed by the rebels combined with the rise of extremist Sunni groups appear to have diminished misgivings previously felt by some Lebanese Shiites at Hezbollah’s presence in Syria. Radical Salafi jihadist groups, such as Jabhat al-Nusra, the largest and militarily the most successful of the rebel groups in Syria, are regarded by Hezbollah as a potent threat because of their Takfiri ideology which treats Shiites as heretics.
“It’s not a secret anymore [about Hezbollah in Syria]. Hezbollah may not be talking about it openly but everyone knows they are going over there,” said a Lebanese Shiite who lives in the Hezbollah stronghold of southern Beirut but asked not to be named due to the sensitivity of the subject.
Still, Hezbollah fighters are not the only Lebanese playing combat roles in Syria. Several hundred Lebanese Sunnis have joined various rebel Free Syrian Army units, and clandestine logistical support networks for the rebel forces have been established in parts of north and northeast Lebanon. Key Shiite tomb
The video shows fighters in the Sayyida Zeinab quarter of southern Damascus, a key battlefront in the struggle for the Syrian capital. Sayyida Zeinab is the site of the tomb of Zeinab, the Prophet Mohammed’s granddaughter and daughter of Imam Ali, the founder of the Shiite sect. The golden-domed tomb is a major pilgrimage site for Shiites.
The rousing combat video carries in the corner of the screen a logo of a furled green banner and the name “the Abu Fadl al-Abbas Brigades,” which could refer to a small Iran-backed faction that launched sniper and roadside bomb attacks against US and coalition troops in Iraq between 2005 and 2008. The Abu Fadl al-Abbas Brigades subsequently became part of Kataeb Hezbollah, one of a handful of Iran-supported factions described by the US as “Special Groups.” US officials have accused Iran and Hezbollah of training the Iraqi Special Groups, and Kataeb Hezbollah was designated by the US as a foreign terrorist organization in 2009.
Hezbollah leader Sheikh Hassan Nasrallah referred to the Abu Fadl al-Abbas Brigades in a speech in 2007 as one of several groups that “confirm the existence of vast strong and effective resistance on the Shiite level” in Iraq.
Hezbollah’s Al-Manar television station was the first to broadcast many of the Iraqi group’s combat videos. The Iraqi origins of the Sayyida Zeinab video are also illustrated by a fighter gazing reverently at a poster of Grand Ayatollah Mohammed Sadeq al-Sadr, father of current prominent Iraqi Shiite leader Muqtada al-Sadr, who was murdered by the regime of Saddam Hussein in 1999.
An almost identical version of the video circulating in Lebanon was uploaded to YouTube on Dec. 30, 2012 by “Saydanas,” who appears from previous uploaded material to be an Iraqi Shiite who follows the Sadrist line.
The 4 minute 5 second video carries footage of fighters in combat stances, firing AK-47 rifles, sniper rifles, and rocket-propelled grenades, interspersed with iconic Shiite images. The film is set to a backdrop of a stirring martial song “O Zeinab.”
One shot shows five uniformed fighters armed with an assortment of weapons sitting on a street with a caption reading “the resting place of the fighters who are defending the holy site of Zeinab.” The film concludes with the caption “produced and directed by the unknown soldier.” Evidence of Hezbollah
There is no mention of Hezbollah in the film and it is not possible to confirm that the militants shown are from the Lebanese organization. But there are small clues suggesting that the fighters belong to Hezbollah, or at least have received training from the organization. For example, most of the fighters featured hold the AK-47 by the magazine when firing rather than the wooden grip beneath the barrel, a Hezbollah method that is supposed to allow them to swing the weapon more quickly. Another hint is that the fighters fire their AK-47s in semi-automatic mode rather than fully automatic, a technique taught to Hezbollah combatants to improve accuracy and save ammunition.
Although the faces are blurred out to prevent identification (another Hezbollah trait), they appear to range in age from late 20s to mid 30s, conforming to reports that most of the Hezbollah men deployed to Syria are combat veterans rather than raw recruits.
Sayyida Zeinab has become an important battleground in the ongoing struggle for Damascus. It represents a wedge of regime-controlled territory in southern Damascus where rebel forces are attempting to form a homogenous opposition belt extending through the northern, eastern, and southern suburbs. Sayyida Zeinab also holds a significant emotional appeal for Shiites given the presence of the shrine which served as the inspiration for the stirring combat video.
“I think Sayyida Zeinab is really important to Iran, even beyond the current fight,” says Joseph Holliday, a senior research analyst at the Washington-based Institute for the Study of War. “Certainly it has huge operational significance right now … the neighbourhood is an island of regime control in Damascus' southeast.”
A Western diplomat with contacts within the regime and opposition confirmed that Hezbollah militants were fighting in south Damascus. He added that if Sayyida Zeinab were to fall, “the FSA would be one big step closer to having jumping off positions for an attack on the city center.” The diplomat adds: “It could be quite a crucial battle with all those Hezbollah around."
As obras do estádio do Corinthians no bairro paulistano de Itaquera, na zona leste, chegaram a 66,18% da construção, de acordo com a Odebrecht, responsável pela obra. Já são 21 meses de trabalho e a conclusão segue prevista para dezembro deste ano, para uso na Copa-2014.
O trabalho está concentrado na montagem das estruturas metálicas do telhado do prédio oeste. Essa fase já está concluída no lado leste.
O superguindaste, com capacidade de 1.500 toneladas, concluiu a colocação das estruturas metálicas do mezanino de aço que dará sustentação à parte central da cobertura metálica oeste. para que os técnicos iniciem a colocação dos 11 módulos da estrutura principal, ainda nesta semana.
Também já está praticamente pronta a montagem na última laje de concreto do edifício, que cobre o 11º pavimento.
De acordo com a construtora, os serviços de escavação da área da implantação do campo na arena, onde será montado o gramado, estão quase no fim, abrindo caminho para o início da montagem das tubulações dos sistemas de drenagem e resfriamento da grama.
O ritmo dos serviços de acabamento também se intensificou nas áreas internas e externas da arena, como os banheiros, os espaços para lojas, os pisos, as paredes e os camarotes.
Os funcionários também estão montando as estruturas metálicas das peles de vidro das fachadas oeste e leste e nas instalações internas dos sistemas de ar condicionado, elétrico, eletrônico e de água e esgoto. Trabalham atualmente na obra mais de 1.730 profissionais, em três turnos.
Um dos 12 estádios brasileiros para a Copa de 2014, o Estádio do Corinthians encerrou o mês de janeiro com 63% das obras concluídas, segundo balanço divulgado nesta terça-feira pela Odebrecht, construtora responsável pela construção do Estádio do Corinthians em São Paulo. A previsão é de que o palco da abertura do Mundial seja entregue em dezembro.
Último estádio a ser confirmado entre os 12 da Copa, o Estádio do Corinthians começou a ser construído em maio de 2011, na zona leste de São Paulo. Apesar das dificuldades para liberar o financiamento do BNDES e os incentivos fiscais da prefeitura, para totalizar o investimento necessário de R$ 820 milhões, a obra vem sendo bancada pela Odebrecht.
Atualmente, o ritmo de trabalho no canteiro de obras é intenso, com mais de 1.840 trabalhadores divididos em três turnos. E os esforços, no momento, se concentram na montagem das estruturas metálicas do telhado do prédio leste, após a conclusão dessa fase no lado leste. Mas os serviços de acabamento também foram intensificados.
Outra novidade do Estádio do Corinthians foi a escolha da empresa World Sports, após vencer concorrência, para ser a responsável pelo gramado do Estádio do Corinthians . Com a experiência de já ter trabalhado na Arena Grêmio, Pacaembu e Vila Belmiro, a companhia deve começar os trabalhos no campo agora em março, com previsão de fazer o plantio da grama em maio.
Também nesta terça-feira, o Estádio do Corinthians recebeu uma visita muito especial: a Taça Fifa, a ser entregue ao campeão mundial na Copa de 2014, foi exposta no canteiro de obras do Estádio do Corinthians durante o dia. Assim, algumas autoridades e convidados, além dos próprios operários, puderam ver de perto o objeto de desejo de todas as seleções do planeta.
VAMOS COMEÇAR COM OS CALCULOS BASEADOS NO DIA EM VIGOR, NA CORUJA DO DIA ANTERIOR E NA PT DO DIA. O EXEMPLO USADO É DIA 31-07-09.
1ª EQUAÇÃO - Multiplique a data (31) por 365 (dias do ano), e obtenha o resultado.
Então temos nesse caso: 31 (dia) x 365 (dias do ano) = 11315, divida-o pelo numero de grupos (25). Faça isso para obter do 1º ao 5º prêmio sucessivamente, não deixe ultrapassar de 8 digitos, entao temos :31 x 365 = 11315 / 25 = 452,60 > "60" = Jacaré.
Pegue o 452,60 /25 = 1.810,40 > "40" = Coelho e assim sucessivamente, observem que repetirão o 60 e o 40 entaum:
Pegue os 02 dgitos anteriorres aos 60 e 40 e guarde na planilha ex: 4"52",60 > 52 =Galo;
2ª EQUAÇÃO - Repita o cálculo, multiplique a data (31) por 365 (dias do ano), e obtem-se o resultado. Então temos no caso: 31 (dia) x 365 = 11315, agora vc dividirá pela sua soma.
Ex: 11315 >1 +1 +3 + 1 + 5 = 11, então "11" sera´ o seu novo DIVISOR, conforme mostrado na planilha acima.
Pegue 11315 divida pelo 11 = 1028,64 > "64" = Leão, faça isso sucessivamente até o 5º prêmio, se quizer continuar, vc aumentara o numero de grupos ou não, confirmara que mai dias ou menos dias eles entrarão no sorteio. Ex: 1028,64 / 11 = 9351,27 > "27" = Carneiro. Lembre-se e observe, que mesmo que nõ saia no dia 31 sairá nos próximos dias mesmo que sozinho e mesmo que não seja na kenga!
3ª EQUAÇÃO - Essa equação pode ser feita com a CORUJA do dia anterior e a PT do dia atual, ou com outras kengas anteriores ou do dia para facilitar a escolha do grupo ex:
Nesta equação vc somara a Coruja do dia anterior, no caso do dia 30 = 5595 + a PT de hj 3220, então temos: 5595+3220 = 8815 > 8 + 8 + 1 + 5 = 22. Sendo assim o "22" srá o novo DIVISOR!
Pegue 8815 e divida pelo novo divisor o "22" = 400,68 > "68" = Macaco, faça essa divisão até o 5º prêmio conforme mostra a panilha acima e não deixe ultrapassar de 8 dígitos:
> 400,68 / 22 = 1821,27 > "27" = Carneiro.
Observe esse carneiro, olha aí ele de novo, entum...olho nele durante os próximos 3 dias! Continue e vá treinando. Publicarei depois as 4ª e 5ª Equações.
Obs.: Sempre que quiser confirmar um bicho, use o divisor 25, some algo e divida por 25!
QUEREM CONFIRMAR TUDO ACIMA? FAÇA ESSE MESMO CALCULO PARA O DIA ANTERIOR, DIA 30-07-09 E VEJA O RESULTADO DE HJ! VAI ACHAR O CACHORRO, CABRA GATO!
LEMBREM-S DE GUARDAR AS QUE NÃO SAIRAM PARA A SEMANA.
Façam o mesmo esquema das somas antigas ex: 2525 = 2+5+2+5 = 14 , seu divisor será o 14, depois use o divisor 25 pra confirmar os seus bichos.
OBS.: EU ENCONTRO BICHOS, TENTO REDUZIR DE 25 BICHOS PARA UMA MEDIA DE 7 À 9, ENTÃO ACHO QUE JÁ AJUDA MTO! http://solucoesjogodobicho.esporteblog.com.br/
O poder, que se acreditava vestido com a mais sofisticada e convincente retórica, estava nu. Faz tempo que essa nudez começou a se tornar patética: argumentos contraditórios, aliados inexplicáveis, decisões indefensáveis. Cada vez mais vozes o assinalavam, com frequência e intensidade crescentes. Embora o governo continue se exibindo como se o seu relato fosse uma roupagem magnífica, suas ações estão em questão. Polifônicas, desiguais tanto pelos interesses quanto pelos valores que manifestam, essas críticas são prova da crescente distância entre os discursos e os atos oficiais, de um lado, e de outro, a ideia que diversos atores da sociedade têm sobre os modos como desejariam viver juntos. Não se trata, evidentemente, de que o governo defenda os interesses de uma maioria contra a vontade predatória de uma multidão de minorias inescrupulosas.
As críticas, ao contrário, chegam das mais variadas tradições políticas, das mais diversas esferas ideológicas, de posições contraditórias com respeito à distribuição da renda nacional, e expressam setores heterogêneos e radicalmente diferentes entre si. A maioria delas merece atenção: enuncia pontos de vista racionais e legítimos, e exige ser objeto de exame e debate.
Habitualmente, as objeções à ação do governo questionam decisões particulares, tomadas intempestivamente. Mas se elas remetem fundamentalmente a aspectos concretos é porque não é possível realizar uma crítica geral da política oficial dado que esta coisa não existe: esse governo não produz política, produz fatos.
O que caracteriza o conjunto das ações do governo - e subjaz ao conjunto das críticas - não é nem sua ideologia, nem sua política, nem, aliás, seu "projeto" inconsistente: é sua conduta. Uma conduta cada vez mais fora de controle. Não somente fora do controle republicano, mas fora do autocontrole que se espera dos que concentram o poder do Estado.
Como mostrou o sociólogo Norbert Elias, o Estado é resultado de um longo processo civilizatório que concentrou em si o monopólio da violência como o único modo de reduzir a incerteza com relação ao futuro. Concentrar o monopólio da violência é concentrar o poder. Com isso, o processo da civilização produziu os próprios monstros, dado que o poder inevitavelmente corrompe. Não no sentido de propiciar a obtenção de um benefício econômico indevido, mas no mais profundo de depravar, prejudicar ou apodrecer.
Loucura. A relação entre poder e loucura, indagada pela filosofia e explorada pela literatura, foi comprovada pela psicologia mediante numerosos e sistemáticos estudos experimentais. Adam Galinsky explica de que modo o poder corrompe os processos mentais dos que o detêm, o que provoca dificuldades para assumir o ponto de vista dos outros: o poderoso deixa de compreender como os demais veem as coisas, o que pensam e como sentem. "Os poderosos" - escreve Galinsky - "são mais propensos a enganar e quebrar as regras, até mesmo as que eles mesmos estabeleceram. Quem detém o poder sente-se psicologicamente invisível. Assim, liberado do olhar dos outros, faz o que lhe dá na telha. Por isso, os poderosos se sentem com direito de fazer tramoias e tomar o que querem. Esse sentimento de 'ter direito' os torna hipócritas: ao mesmo tempo em que agem imoralmente, sentem que podem exigir dos demais um padrão estrito de moralidade e autocontrole."
Outros pesquisadores provaram que a acumulação de poder vem acompanhada de uma demanda crescente de atenção sobre si mesmos e de condutas cada vez mais rígidas, que os poderosos se preocupam principalmente com seus desejos e seu bem-estar e eles perdem a sensibilidade com respeito às implicações sociais de sua conduta. Concentrados na ação orientada para o prosseguimento de grandes metas, os poderosos, indiferentes ao ponto de vista dos demais, mergulham na busca de seus objetivos sem reconhecer nenhuma restrição.
Estudou-se também a tendência do poder à objetivação dos demais, isto é, a ver as pessoas somente em termos das qualidades que servem aos fins e interesses pessoais, e a utilizá-las como ferramentas para alcançar esses fins. Incapazes de levar em conta o ponto de vista dos outros, concentrados na realização de seus objetivos, os poderosos também têm a tendência de criar estereótipos. O conjunto - ignorância da perspectiva alheia, propensão a considerar os outros como ferramentas para a realização de seus fins, e a criação de estereótipos - é uma caixa de ferramentas cognitiva que o poderoso utiliza para manter o comando.
Assim como o processo da civilização transferiu para o Estado o monopólio da violência, ele criou instituições cujo fim é, quando menos, duplo. Por um lado, elas ensinam os indivíduos a controlar sua conduta. As instituições simbólicas e culturais, tais como os "modos à mesa" ou o "comportamento no dormitório" aspiram, sobretudo, a regular as emoções individuais, a estabelecer controles emocionais sobre a conduta das pessoas, para conseguir que cada qual adapte seu comportamento às necessidades do conjunto. Mas a civilização também construiu instituições destinadas especificamente a controlar o poder, e, particularmente, o poder do Estado. Como ceder ao Estado o uso da violência significa também lhe outorgar uma quota desmesurada de poder, a necessidade de limitá-lo tornou-se imperiosa.
Leviatã para Hobbes, ogro filantrópico segundo Octavio Paz, esse Estado exibiu seus traços mais brutais quando aprendeu que apelar para a paixão era o modo mais eficaz de transpor os limites que a razão pretendia estabelecer. Nossa modernidade dá testemunhos suficientes do resultado que a excitação das paixões pode provocar sobre a sociedade, especialmente quando um líder fora do controle das instituições perde também o controle da própria conduta.
É verdade que as grandes catástrofes só podem ser causadas por grandes líderes em situações históricas e sociais excepcionais. Na mediocridade de um presente no qual se enunciam batalhas épicas, mas só se exibem sapatos de salto alto, a falta de limites do poder provoca pequenas misérias cotidianas. Mas essas misérias cotidianas são destrutivas do futuro comum: a relação inversa entre o poder e a capacidade de assumir o ponto de vista alheio podem permitir ao poderoso realizar objetivos de curto prazo, mas conduzem à diminuição do horizonte futuro. O processo civilizatório - custoso, exigente, cheio de sacrifícios para todos - perde pouco a pouco seu principal sentido: reduzir a incerteza com relação ao futuro, tornando a sociedade anômica e permitindo que numerosas formas de violência ocupem o espaço público; formas de violência econômicas, sociais, ambientais, políticas, discursivas, mas também físicas.
Subjugado pela sedutora sociedade do espetáculo - essa inversão perversa da cultura do diálogo -, o governo ignora o pensamento de longo prazo, seduzido, como está, pela ilusão de que onde termina o palco no qual realiza seus truques, uma plateia infinita o ovaciona desde a obscuridade.
Conquistado pela lógica do prestidigitador ou do ilusionista, o governo acredita que a arte de governar consiste em realizar uma sucessão de truques - ou tramoias - graças às quais aparecem e desaparecem direitos e patrimônios, amigos e inimigos, notícias e silêncios.
Incapaz de articular um discurso coerente durante uma função completa, o kirchnerismo pratica uma longa série de números isolados e vistosos que, enquanto atraem a atenção do público, lhe permitem conservar o centro do palco. A escuridão da sala não lhe deixa perceber, no entanto, que o auditório foi se esvaziando, e o espetáculo só é aplaudido pelo escasso público das primeiras filas de uma plateia integrada por ridículos admiradores de gestos desatinados. "O poder" - diz Galinsky - "é como um perfume forte e penetrante. Ele não só intoxica o portador, como também captura os que estão muito perto dele."
O espetáculo seria apenas triste e decadente não fosse o fato de envolver o poder do Estado. Um poder que derrubou tanto as instituições que devem controlá-lo quanto a capacidade de autocontrole de sua conduta. O paradoxo do poder é um real dilema para o caráter. Quando o desprezo pelas preocupações, as emoções e os interesses dos demais se faz contínuo, o poderoso provoca inimizade, amargura e rebeldia. "As funções supremas da coordenação do Estado" - escrevia Norbert Elias - "obrigam a uma contenção contínua e rigorosa."
Adam Galinsky is currently a Vikram S. Pandit Professor of Business at Columbia Business School. He received his Ph.D. from Princeton University in Social Psychology and his B.A from Harvard University. Professor Galinsky has published more than 140 scientific articles, chapters, and teaching cases in the fields of management and social psychology.
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WebM: A Video Codec for the Web
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You can learn more about WebM and even contribute to its success at webmproject.org.
Lou Quillio is Webmaster for the WebM Project.
http://www.youtube.com/user/mathonihah/videos?query=peace+++mind
Corinthians e o Milan acertaram nesta quinta-feira a transferência do atacante Alexandre Pato, de 23 anos. Uma reunião na tarde desta quinta-feira selou o acordo entre os clubes. O Alvinegro adquiriu 100 % dos direitos econômicos do jogador por cerca 40 milhões de reais. Numa futura venda, no entanto, o Corinthians ficará com 60% do valor, e o jogador com 40%.
Pato, que está na Itália, assinará contrato de quatro anos. Ele deve ser apresentado como novo e principal reforço do time em breve. O atacante, que usará a camisa 7, receberá salario fixo no mesmo patamar de jogadores como Emerson Sheik e Paulinho, por volta de R$ 400 mil por mês.
Mas ele terá um extra de acordo com contratos publicitários que ele e o clube farão. Dessa maneira Pato poderia tentar equiparar seu salário no Corinthians com o que recebia no Milan, por volta de R$ 900 mil.
Segundo o empresário do jogador, Gilmar Veloz, Pato tinha propostas de outros clubes, mas preferiu voltar a jogar no Brasil e escolheu o Corinthians.
O atacante, que diz que está recuperado da série de lesões musculares que sofreu, sonha enfim emplacar uma sequência de jogos e voltar à seleção brasileira.
"A qualidade técnica do Pato é indiscutível. E em relação à parte física, nosso departamento médico já vem acompanhando o jogador faz tempo, não vimos nenhum tipo de problema. Hoje ele está bem", disse Duílio Monteiro Alves.