sábado, 9 de julho de 2011

Wikileaks campanha publicitária.




O Wikileaks divulgou ;uma campanha publicitária com o fundador do site, Julian Assange, lembrando o bloqueio bancário sofrido há seis meses pela operadora de cartões de crédito Mastercard.

Em tom provocativo, a organização usa o próprio slogan da operadora americana - "Priceless" (ou "Não tem preço", no Brasil) para divulgar o custo de manter toda a rede de investigação ativa, o valor total bloqueado pela Mastercard quando o site começou a atingir os tendões do governo americano - US$ 15 milhões - e, por fim, a constatação de Assange: "ver o mundo mudar como resultado do seu trabalho, "não tem preço".
No fim do ano passado, após o vazamento de telegramas da diplomacia americana, diversas empresas de pagamento online como Mastercard, Visa e Paypal romperam os vínculos com Assange e a Wikileaks. A Amazon também se posicionou eliminando o site da organização de seus servidores.

Com grande potencial viral, a campanha lembra bastante uma das estratégias de protesto usadas pelo Greenpeace - a ONG já lançou filmes parodiando comerciais da Dove e da Nestlé, por exemplo.
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Desde dezembro, grandes bandeiras mundiais de cartões de crédito vinham dificultando as doações à polêmica organização, que se propõe a divulgar segredos de governos e empresas. Nesta semana, no entanto, o WikiLeaks havia recebido um alívio graças à involuntária ajuda de um banco islandês. Mas essa janela também se fechou rapidamente.
Na quinta-feira, a DataCell, que administra os pagamentos feitos ao WikiLeaks, disse que poderia voltar a processar doações feitas para o WikiLeaks, driblando assim as restrições impostas meses atrás pela Visa e a MasterCard.

É que um banco islandês chamado Valitor havia aceitado os pagamentos processados pela DataCell, que no entanto não informou ao banco que esse dinheiro incluiria doações de simpatizantes ao WikiLeaks, disse o banco na sexta-feira.

"O Valitor não foi informado de que a DataCell estaria conduzindo tais atividades quando o seu acordo comercial foi selado", disse Jonina Ingvadottir, porta-voz do banco .
Ela citou a proibição da Visa e da MasterCard aos "serviços como os que a DataCell está oferecendo ao WikiLeaks".
As duas maiores bandeiras mundiais de cartões, assim como várias outras empresas, proibiram a transferência de doações ao WikiLeaks depois que no ano passado o site divulgou milhares de documentos diplomáticos sigilosos dos EUA.
Uma pessoa familiarizada com o assunto disse na sexta-feira  que o Valitor bloqueou as doações feitas ao WikiLeaks com cartões Visa e MasterCard, e cancelou seu contrato com a DataCell. Menos de cem doações chegaram a ser feitas, segundo essa fonte.
No ano passado, o grupo Anonymous chegou a paralisar os sites da Visa e da MasterCard em represália às restrições ao WikiLeaks, que, sem um canal para receber doações, tem tido dificuldades para bancar suas atividades.
Olaf Sigurvinsson, fundador da DataCell, disse   que não tentou enganar o Valitor, pois "estava absolutamente claro que iríamos continuar com nossa proposta de recolher doações", inclusive para o WikiLeaks.
Ele disse que sua empresa se queixou às autoridades financeiras islandesas pela quebra de contrato por parte do Valitor, e que pretende fazer o mesmo junto à União Europeia.
Uma porta-voz da Visa confirmou,  que a empresa tomou providências para interromper as doações ao tomar conhecimento do fato. A MasterCard se limitou a dizer que suas restrições ao WikiLeaks permanecem em vigor.
Informe do  DataCell .
Visa fecha novamente.

8. Julho 2011
Depois de ter aberto um  canal de entrada para DataCell  efetuar o processamento de pagamentos para o WikiLeaks,   a Valitor empresa de processamento (VISA Islândia) decidiu fechar o canal de entrada e rescindir o contrato com DataCell.
A razão que eles dão é que as ordens foram dadas pelas empresas de cartão internacional para fechar o canal de entrada e que o processamento de doações para WikiLeaks é uma violação dos termos gerais, entre as duas partes.
DataCell protestou a rescisão e vai apresentar uma queixa à Autoridade Financeira da Islândia  .
DataCell considera esta ação  da VISA como um sinal claro de que eles não estão dispostos a resolver a situação. Portanto, a  DataCell acompanhado pelo WikiLeaks  tem instruído seus  advogados para apresentar uma queixa à Comissão Europeia na próxima semana.
O que é a DataCell.
DataCell é um provedor de hospedagem de dados e um operador experiente como Datacenters . A empresa foi constituída em Reykjavík, na Islândia, como resultado de mais de 20 anos de experiência em tecnologia da informação e comunicações. A equipe de gestão inclui dois pioneiros da Internet que começou como prestadores de serviços de Internet desde o início de 1990 na Suíça e Islândia, e se tornou um dos maiores provedores de ambos os países. Este grupo originariamente suiço , possui Datacenters pelo mundo afora inclusive o Bahnhof, foram para a Islandia pelo custo da energia eletrica de origem geotermica mais barata .

Sobre o Bahnhof.

Sólida como uma rocha - literalmente

Bahnhof, um prestador de serviços de internet na Suécia, implementou um Data Center Sui generis num antigo abrigo nuclear a 30 metros abaixo da cidade de Estocolmo. O Data Center conta com a protecção de UPS da Eaton para garantir a continuidade e qualidades das operações da rede e dos serviços.
Espanto – deve ter sido a primeira reacção que poderá ter tido ao o interior futurista da instalação. Luz artificial ilumina estufas e cachoeiras ao lado das fileiras de armários rack em preto e branco, enquanto que os motores dos equipamentos de backup, originalmente concebidos para submarinos, estão inseridos em cavernas de rocha pintadas de azul fluorescente. Não se pode deixar de pensar que o lugar parece o cenrário de um filme de ficção científica. Mas não - isto é, de facto, um conjunto de dados ultra- moderno Data Center localizado num antigo bunker nuclear.

Bahnhof fornece internet e serviços de housing desde a sua fundação em 1994. Em 2006, através de uma oportunidade interessante: expandiu as suas instalações para incluir um abrigo subterrâneo que tinha sido originalmente um bunker militar e abrigo nuclear durante a Guerra Fria.

"Temos crescido de forma consistente ao longo de nossa existência - cerca de 40% por ano. Embora seja uma empresa pequena, já é responsével pelo host 15% do tráfego de internet na Suécia. É por isso que precisávamos de mais espaço para oferecer aos nossos clientes e deste modo possamos crescer com base sólida os e serviços de internet e de housing", afirma Kristian Thorin, Senior Project Manager na Bahnhof.

"Uma vez que tinha decidido construir o nosso novo Data Center nesse local distinto com a sua história emocionante, não havia nenhuma maneira de fazemos apenas uma instalação normal, queríamos ir além da solução de base e criar no abrigo, o espírito dos filmes de ficção científica. Queríamos criar uma sensação de descer a montanha."

De um bunker escuro para um hub de comunicações ultra-moderno

O Data Center Pionen White Mountains - nome original de quando era uma instalação militar - foi completamente remodelado entre 2007 e 2008. Mais de 4.000 metros cúbicos de rocha foram lançadas para fora para criar os 1.200 metros quadrados que a empresa Bahnhof necessitava. O abrigo foi inaugurado em Setembro de 2008, acolhendo uma grande parte das operações da Bahnhof e actuando como um housing para uma variedade de empresas e pessoas que necessitam dos seus serviços.

Pionen é um dos maiores Data Centers da Bahnhof e pode empregar mais de 6.000 servidores, que necessitam de ser protegidos contra qualquer avaria causada por flutuações de energia.

"Todos podemos compreender as consequências de um distúrbio no fornecimento de energia para o funcionamento de um Data Center. Nós simplesmente devemos ser capaz de fornecer energia em 24/7 para todos os nossos clientes, sejam pessoas individuais ou empresas", disse Thorin.

Bahnhof trabalha com Eaton desde 2000 e usa as soluções de proteção de energia da Eaton em todos os cinco Data Centers existentes na Suécia. Saliente Pionen, a Eaton forneceu uma variedade de produtos, incluindo 10 UPSs trifásicas de 30-60 kVA, cerca de 200 monofásicas de rack e uma selecção de distribribuição de energia Eaton ePDU.

Para Pionen, Bahnhof escolheu uma solução UPS de maior escala, com a possibilidade de expanção conforme necessário, a fim de fornecer energia suficiente para o número cada vez maior do Data Center.

"Precisávamos de uma UPS poderosa com uma estrutura modular, permitindo que o sistema pudesse crescer em linha com as nossas necessidades - é por isso que voltamos a escolher a UPS Eaton 9395 de 275 kVA.”

"Entretanto, logo após a instalação percebi que o sistema UPS tinha para oferecer mais capacidade e redundância de modo a assegurar que o Data Center trabalhasse de forma confiável. Estávamos preparados para expandir o sistema UPS numa fase posterior, mas a necessidade de modernização veio muito mais cedo do que tínhamos previsto. É por isso que nós adicionamos uma unidade de 9395 825 kVA com redundância inerente ao sistema UPS. Agora temos um sistema com 825 kVA, mais 275 kVA, o que satisfaz as nossas necessidades com precisão."

Pionen também tem instalados diversos ePDUs da Eaton.

Eaton tem um amplo portfólio de produtos

O 9395 foi instalado no final de 2009, após o trabalho de alguns meses de projecto realizado pela Bahnhof e os peritos da Eaton. Thorin diz que a cooperação e o apoio técnico foram os principais motivos que levaram a Bahnhof a escolher Eaton escolher como seu fornecedor de UPS de grande potência.

"Um grande fabricante com um vasto portfólio de produtos, a Eaton é um parceiro confiável. Nós também tivemos experiências muito boas com os seus serviços e apoio pré-venda", disse Thorin.

Para Bahnhof, o futuro parece positivo. Uma quantidade cada vez maior de empresas confiam nos nossos serviços de housing - uma tendência que é reconhecida mundialmente. O ultra-moderno Data Center da Bahnhof é um bom exemplo de como é importante, combinar a segurança de aplicações críticas e também o aspecto estético e divertido.

"Pionen precisava de algo diferente de uma abordagem tradicional de design interior. Por que não dar um grande passo em frente em vez de jogar pelo seguro?"






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